terça-feira, 31 de maio de 2011

Viagens noutros blogs #53

Toda a gente tem um ou dois esqueletos no armário, faz parte de ser humano. A grande diferença é que embora uns tenham mais esqueletos, outros os têm mais dentro do armário. E se todos já fizemos merda, coisas de que não nos orgulhamos, que preferíamos não ter feito, é a forma como lidamos com elas que nos distingue. Eu, desde que me lembro, sempre assumi os meus erros, e mesmo em pequena, quando confrontada com a asneira, sempre admiti imediatamente, independentemente do possível castigo: sim, fui eu. Não saber mentir convincentemente e pouca capacidade de viver em ansiedade ajudam. Manter um segredo dá trabalho, e, admitamos, sou preguiçosa. Depois, como o que custa mais é admitir borradas a pessoas de quem gostamos, sendo isso que realmente nos amedronta e nos leva a esconder, uma vez contando-lhes, vemo-nos livres do peso da culpa. É um alívio. E por isso, aquelas piscadelas de olho, entre o cúmplice e ameaçador, ao género sei o que fizeste no verão passado, como que a lembrar um rabo preso, raramente funcionam em mim, pois quem de interesse também sabe. Afinal, há que tempos que já pendurei os esqueletos todos à janela.

Neste blog não há valores morais flexíveis, não há paninhos quentes, não há mentiras piedosas.
Há escolhas sobre a quem dizer a verdade, há maneiras de dizer certas coisas, há cuidado com os sentimentos dos outros.

Se algumas pessoas soubessem o que me magoam as mentiras, mesmo aquelas pequeninas que dizem sem querer, não diziam...
Uma mentira descoberta, mesmo das consideradas pequenas, põem tudo em causa, repercute-se numa data de acontecimentos subsequentes à mentira manchando coisas bonitas de uma cor peçonhenta nojenta, tirando tudo o que foi bom e deixando apenas a grande e unica mentira, the big fat lie. A partir do momento em que se descobre uma vez nunca mais se confia plenamente, há sempre o grilo no ombro esquerdo a dizer "acreditaste uma, vais acreditar duas?".
A verdade pelo menos só doí uma vez...

Sinais cósmicos



As mulheres tem um código entre si, uma maneira de se exprimirem sem ninguém dar conta, a não ser outra mulher...que queira dar conta.


Entre amigas é visível, entre uma noite com várias conversas sobrepostas, duas amigas que se conheçam bem conseguem estar a noite toda a comunicar sem dizer uma palavra. O não sei quantos que chegou, a indirecta que não sei quem mandou, a piada que só nós percebemos, o vestido horroroso da ex de não sei quem...isto é comum. Outra mulher que esteja atenta percebe, um homem jamais apanhará, a não ser que seja muito perspicaz ou tenha algum indicio, como uma gargalhada atirada do nada que o faça levantar a orelha.


Mais giro ainda que isto, é percebermos como, mesmo com mulheres com quem nunca falámos, conseguimos trocar impressões, mostrar desagrado ou um simples encolher de garras. Incrível perceber esta dinâmica, que provoca reacções nos homens como "és doida, ela nunca pensou isso"...sim, sim, ele é que nunca na vida iria sonhar que ela não só pensou, como tem praticamente a certeza. Eu no meu caso nunca insisto, primeiro porque vou continuar a achar que tenho razão, segundo porque se for perguntar à outra (mulher com quem eu nunca falei) ela vai negar, terceiro porque intuição não se explica, simplesmente está lá e quarto porque me vou acabar por chatear.

Bem...mas esta conversa toda porquê? Porque hoje deixei de ser uma ameaça para alguém, e no dia em que deixei de ser ameaça ela sorriu e cumprimentou-me. Não estou a criticar, estou apenas a constatar um facto, facto esse que jamais será admitido, mas que está lá. Há tanto tempo quanto o que eu estou a dizer para dentro que ele está lá, apesar de me negarem quando eu sugiro. Da mesma maneira que o meu personal karma também continua, com olhares de escárnio por debaixo das pálpebras, desvios certeiros que dizem "eu sei o que tu fizeste". Já me dá vontade de rir até...o que é bom, liberta a culpa de uma coisa que eu não tive inteiramente a culpa.Parece-me que as mulheres vão sempre ver mais, saber mais e conhecer mais, especialmente se estivermos a falar de outras mulheres. O universo feminino é um mistério insondável para a maioria dos homens e a única coisa que eu gostava é que eles nos dessem o beneficio da duvida...se eu digo que A acha piada a B, eu não sou louca, eu simplesmente vi um qualquer olhar, captei um certo sorriso. Logo eu sei que A acha piada a B, mesmo que a própria A ainda não o saiba e o B ainda não tenha percebido. A mim faz-me sentido...

Quotes #71


Scarlett O'Hara
: I haven't been running after him. It's just a surprise, that's all.
Gerald O'Hara
: Now, don't be jerking your chin at me. If Ashley wanted to marry you, it would be with misgivings I'd say yes. I want my girl to be happy. You'd not be happy with him.
Scarlett O'Hara
: I would, I would!

Simplesmente adoro este filme - Gone with the wind.
E sim, isto é algo que o meu pai diria.

Há um ano, era assim #151

O amor é uma coisa muitooo estranha.

You don't say?!

Only a masochist could love such narcissist. - Blair Waldorf.

O meu desporto


Continuo a adorar. Continuo a fazer.

Entre linguas


Estou dentro de um conflito linguístico.

Tenho exame de TOEFL daqui a mais ou menos 15 dias, por outro lado tenho exame de castelhano daqui a 2 dias. Na teoria devia falar em espanhol, na pratica, não gosto nada de espanhol...irrita-me!!

A língua que gosto mesmo, mesmo é francês. Aquela que eu gostava que me falassem ao ouvido, é e acho que sempre vai ser o francês. Revoltem-se comigo e digam-me que o italiano é que é...também é, mas o francês tem um je ne ce quoi.
É um twist na lingua e um beicinho sempre que se fala, impossivel não adorar.

Infelizmente já não tenho tempo para aprender. Francês na pratica não serve de muito. E eu sou uma mulher muito pratica. Logo vou estudar castelhano, por o inglês a fluir e seja o que tiver de ser.

P.S: Esqueci-me de falar do alemão. Um dia vou abraçar esse desafio, mas o dia ainda não é hoje.

[I'm inside a language conflict. I've TOEFL exam in about two weeks form now and, in the other way I've Spanish exam in two days. So, in theory I should speak in Spanish, but um practise...I hate it...it's annoying. The language that I really, really like is French. The one that I like to hear in my ear is, and I think it will always be, French. Get angry with me and say that Italian is better...well it is, also, but French has a "je ne ce quoi". It's a tongue twist and something with the lips, impossible not to love. Unfortunately, I don't have any time to learn French. In practical life is not useful and I'm a practical woman. So I will study Spanish and practise my English ...whatever will be, will be. P.S: I forgot German. One day I'll embrace that challenge, but not today.]

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Quotes #70

Run out of reasons...

In English please.


Posso começar a escrever em inglês aqui?
Tenho que treinar para o TOEFL, e parece-me uma boa maneira. Pior é não ter ninguém para me corrigir!!

Todos os dias uns capítulos do meu enorme "fall of the giants" (nunca mais acabo), um artigo do Financial Times e uma série sem legendas. Até dia 17 andamos assim...só me faltava mesmo treinar a escrita.

Quem me quiser corrigir esteja à vontade. Toda a ajuda é bem vinda.
Não sei se vou fazer isto em todos os post, mas um por dia, não me parece mal!

[Do you mind if I write in English? I've to to practise for TOEFL and it seems a good ideia. The worst part is that I don't have anyone to correct me.
Everyday some chapters of my enormous "fall of the giants" book, an article from Financial Times and a TV series without subtitles. Until June 17th we're like that...
And I'm practise my English...with a lot of mistakes, obviously.
If some of you want to correct me, please, be my guest]

Dos que lutam e dos que desistem


Há pessoas que lutam, e quem luta eventualmente desiste. E se voltar a achar que vale a pena, volta a lutar e a desistir e assim sucessivamente.

Depois, há outras pessoas que nunca desistem, mas que também nunca lutam. Nunca resolvem os problemas, nunca falam, nunca se esforçam.

Saltamos entre um e outro. E é por isso que o mundo não se vira.
Infelizmente não pode ser sempre o mesmo a lutar. Cansa.

domingo, 29 de maio de 2011

Criatividade #6

- Mãe, vou buscar o carro, pode ser? Está na hora de irmos embora. - Ouço o meu filho mais velho a dizer.
- Quando quiseres, querido.


Vejo-o a descer pela relva, entre as outras sepulturas.
- Demore o tempo que precisar. Mas vamos ter de ir embora. - Sorri.


Não sei como é que vou explicar ao meu filho que não me consigo mover. Que não imaginei a minha vida sem ti, fui apanhada desprevenida, e que estou sem chão, sem apoio, sem ajuda, sem nada.
Para ele tu sempre foste o tio mais porreiro, aquele miúdo grande com rugas, o que trazia sempre os jogos mais giros, que dava os presentes que os pais não achavam graça e que aparecia a qualquer hora, quando fosse preciso e mesmo senão fosse. Eras só o melhor amigo da mãe, o das muitas namoradas diferentes, que fazia a mãe rir, que falava à porta fechada quando os problemas eram sérios, e acalmava as discussões. Para ele eras só isso, uma parte da mobília da casa, que ele e os amigos adoravam, mas não davam importância demasiada.


Como é que eu lhe vou explicar que não posso sair daqui porque não sei viver sem ti. Que quando o pai dele morreu há 8 anos tu ficaste comigo, e o banco que éramos, eu, tu e o meu amor, aguentou-se só com duas pernas. Eu e tu, e agora?! Agora não sei o que fazer...
Aquilo que eu achei tantas e tantas vezes que era impossível aconteceu, eu mantive-te sempre comigo. Quando não conseguimos gostar um do outro, quando me apaixonei por ti e não deu, quando a amizade parecia impossível, quando conheci o que foi meu marido durante 40 anos, depois de casada, com os filhos, a tratar dos netos... Na minha vida cheia, e havia sempre espaço para ti, sempre tempo para uma conversa e mais um lugar à mesa.

O amor toma contornos que nunca vamos saber explicar. Eu amei-o durante todo o tempo que estivemos casados, nunca duvidei, nunca vacilei, nunca ponderei, e quando ele se foi embora a dor foi insuportável, tu viste, mas estavas comigo, e nada podia ser assim tão mau se tu te estivesses comigo.
Os fracos de espírito, mesquinhos, más línguas, os pequeninos seres que muitas vezes cruzavam a nossa vida diziam entre dentes que o nosso "caso" era visível, que o meu marido era "corno" e amigo do "amante da mulher"...lembraste o quanto nos riamos os 3 desses episódios? Dava galhofada para jantares inteiros quando os nosso reais amigos nos contavam mais uma triste cena do "diz que disse" que é a vida de tantas pessoas infelizes que não sabem o que é ter um amor, quanto mais dois. Vivem governados pela inveja, pelos padrões estereotipados do que deve ser vida e, como não conseguem compreender, julgam.


O caixão já desceu, tenho os olhos fixos onde tu estavas ainda agora e não consigo sair daqui. Como é que vou deixar-te, e ir-me embora? Como é que vou obrigar os meus pés a porem-se um em frente ao outro, virando-te costas para sempre?


Fui abençoada com pessoas maravilhosas na minha vida. Um marido que sempre compreendeu que eu não podia viver sem ti, que te aceitou desde o primeiro dia como fazendo parte de mim, e aprendeu a gostar de ti, porque se eu gostava tu eras de gostar. E um melhor amigo que, longe ou perto, esteve sempre aqui, mesmo nas horas impossíveis, independentemente de eu estar sozinha ou não, não interessava. Se rever bem, sei que as rugas que tenho à volta dos lábios (mais do que noutro sitio qualquer) são dos sorrisos e das gargalhadas que nunca deixei de dar. E tu estiveste cá em todas. E as lágrimas que patrocinaste (tantas também), são insignificante...na verdade, sempre foram. Ter-te comigo foi, e agora posso dizer com certeza, o que me fez ser o que sou hoje.
Talvez por isso eu não consiga ordenar ao meu corpo que saia daqui. Não sei como vai ser agora, daqui para a frente? Mesmo quando nos chateávamos eu sabia que podia voltar, e tu rias-te e dizias para eu não voltar a fazer, sabendo que mais tarde ou mais cedo eu, por medo, por rebeldia ou só porque era maluca, ia voltar a fazê-lo. Mas havia sempre uma maneira, uma possibilidade. E agora não há. Vou acordar amanha e tu não vais estar aqui, e depois de amanha também não, e assim, indefinidamente até eu ir ter com vocês. Dos meus dois amores sobrei eu, eu que sempre disse que queria ser a primeira. Não me deviam ter feito isto.


Vidro desce, o meu filho impacienta-se, tem onde estar e eu estou ainda aqui.
- Mãe, está a ficar frio. Vamos para casa, venha.


Não os queria tratar por você. Tu insistis-te. Eu estava errada, a confiança e a intimidade entre pais e filhos não é alterada pelo pronome que se usa. Acabou por ficar.
É final de Setembro, ele tem razão, está a ficar frio. Tenho que atravessar esta relva e deixar-te para trás. Só me apetece pensar que estás em casa à minha espera, sentado na sala com o tabuleiro das damas. Nós velhos, antes saiamos, íamos ao cinema, víamos coisas parvas, mas agora que as legendas vão ficando cada vez mais difíceis de ler, e o barulho cada vez mais difícil de suportar gostamos de damas. E eu sei que não devia, que devia encarar de frente que tu foste e não vais voltar, mas não consigo. Não hoje. Talvez amanha. Hoje estás em casa à minha espera, e vais passar o serão comigo a embirrar e a jogar às damas, dois velhos casmurros. Amanha logo se vê.

Always Stupid II

sábado, 28 de maio de 2011

Quotes #69

Amigos dificeis




Começo a não perceber o sentido de aturar determinado numero de coisas. É que não entendo mesmo porque é que ainda me faço isto. As pessoas estão juntas porque se dão bem, e senão se derem bem não estão! É assim não é? Pelo menos em teoria devia ser.

Certo e sabido que eu estou diferente, a ultima vez que me disseram que se iam embora meio de repente, a minha resposta foi "então vai, não te estou a prender!". Ontem não, fui benevolente e disse só "não sejas parvo". E se calhar não devia ter sido...


É difícil de perceber como é que nos podemos dar tão bem por um lado, em tantas coisas, e depois tão mal por outro. Não faz sentido, não percebo o porquê. E ainda menos percebo porque é que continuamos a tentar. Devia era assumir que simplesmente há pessoas que não ligam, que não se dão bem, que tem feitios opostos e não há maneira de isso mudar. Tenho que me mentalizar que mais cedo ou mais tarde esta oposição nos vai separar, talvez para sempre, e que só ainda não o fez porque eu continuo a achar que há certas coisas que valem a pena. Mas até quando é que eu vou achar isso? Até quando é que eu vou encolher os ombros para não me chatear, quando o que devia fazer era virar costas e vir-me embora? Até quando é que eu vou aceitar maus modos, mau feitio, egoísmo, individualismo, completo não-querer-saber-o-que-o-outro-quer-ou-pensa, sem nenhuma razão aparente? Até quando é que eu vou ignorar a postura do "é-me indiferente estares aqui ou não estares"?



Não faço estas perguntas à espera de uma resposta, não é isso. Ainda as faço porque me chateia. Tal como me chateia acordar ao Sábado de manha a pensar nisto...

Há um ano, era assim #148

Não sei o que dizer


Eu soube o que dizer.

Ando a gostar TANTO de vários blogs

Escrito pela Sal:
"A tentar decidir se o silêncio é a melhor estratégia, porque tudo já foi dito demasiadas vezes, ou se parto a loiça, se faço um escarcéu. Não vale a pena enganar ninguém, não tenho alma de cigana, e raras vezes me fugiu o pé para o chinelo. A frontalidade não se coaduna com raivas desnecessárias mesmo quando há palavras que queimam e nos ficam tatuadas na pele, ainda que ditas entre os vapores do gin tónico. É pôr a cabeça na almofada, aconchegar o edredon, dormir com a certeza que não se deu um passo errado, não aqui, pelo menos. E acordar com o sol, ainda que tímido, a entrar pela janela."

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Verdades


I) A semana de férias soube-me a pouco. Talvez se deva aos 4 dias sem sair de casa por causa do estudo, talvez. Precisava de mais!

II) Sinto-me a ir e estão a deixar-me, finalmente. Acho que o desistir passa por ai. Eu deixei de me debater, aparentemente era só isso, eu é que achava que não.

III) O casamento do D. vai ser do melhor. Até tenho medo. Tem tanto por onde correr mal.

IV) Eu fico um pouco passada no Verão com as dietas, verdade. Mas se quero jantar uma bruschetta (ou duas), quero jantar uma bruschetta (ou duas). Não me macem com isso.

V) Os orçamentos, valem o que valem. No meu caso nunca são muito certos. Há sempre o imprevisto. O dinheiro não estica e eu não sei como vou sobreviver até Setembro.

VI) Ando a ler como deve de ser. Não 10 minutos por dia, mas às meias horas de cada vez. O livro é, é grande. E em inglês que é para ir treinando.

VII) Ando a gostar da atenção. Mensagenzinhas não fazem mal a ninguém. Ainda estou resguardada pelo ultimo. Nota: Não esquecer a fronteira do "estar" para o "não estar".

VIII) Eu tenho um blog. Mas não percebo nada disto, nem dos stress, nem das coisas boas.

IX) Assim que deixarmos os pais no aeroporto, vou tratar a minha irmã como adulta. Ela já fez 18 anos afinal.

X) Quero um vestido especifico. Sei o que quero e não encontro.

XI) Angola é um pais porreiro. Já lá está tanta gente que qualquer dia parece Lisboa. Vamos ver.

XII) Não sabia que tinha skills organizativas. Mas tenho. Afinal posso liderar.

XIII) O não gostar de cozinhar safa-me sempre do "convidar para jantar". Não faço disso, mas disponibilizo a cozinha. Não é por mal, mas não faço coisas que não gosto.

XIV) Com a idade estou a simplificar. Achei que refinávamos como o vinho do Porto. Comigo não. Cada vez estou mais descontraída.

XV) Num novo grupo dei por mim sempre à conversa com os rapazes. E não tem a ver com flirt, eles são é mais divertidos.

XVI) Ninguém sabe tudo sobre mim. Antigamente contava tudo às amigas, agora distribuo a informação consoante vou falando com elas. Não tenho necessidade de falar tanto eu acho.

XVII) Quando tudo está bem...há sempre algum problema que estraga.

Há um ano, era assim #147

Grey's (quotes IV)


You know, when you ask then how they're felling and they don't wanna tell you and you think they're being difficult? I think they really don't know!

Entediada de morte...

Giro. Grande.

TV Cabo

FB

Facebook, não aquece nem arrefece agora. Nem vejo...

Quote#3

Eu presto sempre atenção aos detalhes. São eles que ficam.

Ainda não vos disse...


...mas a minha irmã vem comigo para Itália!!!

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Summer festivals



Super Bock Super Rock já cá canta...


Vão ser 4 dias na Aldeia do Meco. Praia, amigas, copos, música, gente gira.

Like it so much!!



Tenho que confessar que estou a começar a voltar a gostar do facto de estar solteira. Dos jantares, dos cafezinhos, dos cineminhas, do não me chatear com nada, estar sempre bem.

O sentir que finalmente a minha vida está a andar para a frente. Gosto tanto!!

Música do dia #34

Two Doors Cinema Club...e esta hein?!
I'm loving it...

Alucinada


Esta semana tem mostrado o espírito do Verão.
Com noites quentes é impossível ficar em casa...tenho-me deitado tarde, acordado cedo, trabalhado muito.
Sinto-me eu. Apesar de não saber bem o que isso quer dizer.

Há uma semana atrás quando sai do exame, questionei-me sobre o que o "eu" queria dizer.
Entrei em plena crise existencial, extrapolada pela altura do mês e entrei em casa da minha mãe sem saber literalmente o que fazer.
Basicamente quando decidi fazer o exame, percebi que o estava a fazer pelas razões erradas. Percebi logo, estava a fugir, a ir pelo caminho mais fácil, é como o não comprar chocolates para não os comer sabendo que se os tivesse à frente não me conseguia controlar. Motivos errados podem levar a sítios certos...

O problema foi quando fui posta à prova. Quando o exame não correu assim tão bem e eu em vez de obstinar e marcar outro, vacilei. E vacilei mesmo. De repente sentei-me no carro, olhei para mim e achei que já não fazia sentido, a razão pela qual eu tinha decido fazer este exame já não era valida e eu estava perdida. E estive 4 dias assim. Sem querer pensar, porque agora que descobri que o pensar só chateia, opto por não o fazer, sem tomar decisões e sem saber quem raio era eu, e como é que mudei assim.

E eu mudei assim...é o cliché...há pessoas que nos mudam só por existirem e fazerem parte dos nossos dias. Sem sabermos como nem porquê. Agora tenho uma data de novas coisas para descobrir outra vez. Deve ser por isso que não me canso de mim.
Sei lá...ninguém sabe nada do que andamos aqui a fazer. Essa é que é essa.

Por agora, só quero Verão. Relax. Tranquilidade. Fácil. Simples.
Obrigada.

Há um ano, era assim #146

The sex and the city


A. e D. #2

Esta é a parte em que me dizem..."tu és louca".
Pois sou.

Às vezes parece que têm 5 anos

...

Migalhas

Como dizia a Apple hoje: "(...) eu disse-lhe que não conseguia dormir ao lado de um homem que queria estar comigo a meio-gás. Eu não queria e continuo a não querer aquilo a que tenho direito, a felicidade pela metade. Ou tenho tudo ou não quero nada, porque isso significa viver de migalhas e eu já vivi de migalhas muitas vezes na vida para saber que não me enchem a barriga!".

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Há um ano, era assim #145

B. e o telemóvel


Há pessoas malucas, mas eu sou kamikaze. E sou.

I think I don't need you

Aquilo que queremos nem sempre é aquilo que precisamos.

Always Stupid

A propósito de uma conversa...

Opostos/metades, norte/sul, stupid/smart, cabeça/coração, racional/emotivo.
We will always be different. And I like that way.

...

Escrevi o ultimo post em 10min!!

Tenho andado preguiçosa para partilhar coisas, é o que é...

Ehhh lecas...


Tudo a acontecer a 1000 à hora.
Trabalho 1500 à hora, assim que voltei de férias. Previsível.

O exame que correu mal, levou a um fim de semana alucinado. Já não fazia a técnica do 3-day-party in a long long time. Soube bem, deu para tirar a cabeça dos 4 dias sem sair de casa que não serviram para nada. Ou então sim...ainda vamos ver!

A sorte favorece os audazes.
Pode ser que ainda dê. Pode ser...
Logo tenho mais um exame para fazer dia 17 Junho em Coimbra, 11h da matina.

E até às férias de Verão não vai dar para parar. Feriados, exame, casamento D., fim de semana fora, SBSR, Itália a seguir, Alentejo, goes on and on...
This is life. And I'm happy!!

P.S: Aquilo do habituarmos-nos de ontem. Nunca antes foi tão verdade como agora!!

terça-feira, 24 de maio de 2011

Há um ano, era assim #144

Talvez seja esta a resposta!

Who knows?

Habituamos-nos

"Chega a um ponto em que nos habituamos a viver assim.
Aprendemos a ser felizes sem ele(s), sem as coisas que foram, outrora, a razão da nossa felicidade. Aprendemos que nem tudo é eterno e que, ao contrário do que pensávamos, conseguimos superar e voltar a sorrir verdadeiramente, sozinhos. Aprendemos que nem todos os tropeções são quedas e que o vazio que nos tomou o peito talvez fosse apenas uma porta mal fechada e ganhamos finalmente força para a fechar. De vez. Habituamos-nos a viver sem a presença que nos preenchia os dias e descobrimos novas ocupações que nos distraiam a mente, tornando-se mais tarde o que chamamos de "hobbies", de tão habituados que estamos. Aprendemos a gostar de outras coisas e de outras pessoas.
Chega a um ponto em que nos habituamos a ser felizes assim.
Ou aprendemos a pensar que somos felizes assim. Será?"
June

domingo, 22 de maio de 2011

...

Tenho coisas para por em dia.
Eu sei.

Já cá devia ter vindo. Tive tanto para escrever e nenhuma força para o fazer.
Este fim de semana pareceu gigante, e teve os mesmos dias de sempre.

Amanha volta a rotina. Com ela volta o resto.
Só espero acordar amanha com mais certezas. Daquelas iguais às de antigamente, que me faziam cerrar os punhos e seguir em frente, levando tudo comigo o que se pusesse no meio. Há que tempos que não as vejo...as certezas...

sábado, 21 de maio de 2011

Há um ano, era assim #141

Quote #2

I'm not running with scissors anymore...

Nicholas Sparks

Este filme...

Noah: Well that's what we do, we fight... You tell me when I am being an arrogant son of a bitch and I tell you when you are a pain in the ass. Which you are, 99% of the time. I'm not afraid to hurt your feelings. You have like a 2 second rebound rate, then you're back doing the next pain-in-the-ass thing.
Allie: So what?
Noah: So it's not gonna be easy. It's gonna be really hard. We're gonna have to work at this every day, but I want to do that because I want you. I want all of you, for ever, you and me, every day. Will you do something for me, please? Just picture your life for me? 30 years from now, 40 years from now? What's it look like? If it's with him, go. Go! I lost you once, I think I can do it again. If I thought that's what you really wanted. But don't you take the easy way out.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Há um ano, era assim #140

Seguidores

Agora somos 53...olháa ondaaa!!!

Mãe B. #1

Delirios.

Espécies de homens

Sei bem de quem é que estava a falar. Continua na mesma...

A noite mais estranha

Não me lembro quem era o CV. Mas acho que era o D.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Há um ano, era assim #139

Gestos mais que palavras!

E eu vejo coisas fantásticas acontecerem quando alguém de importa...

I'm stubborn and childish

A guy and a girl can be just friends. But at one point or another, they will fall for each other...maybe temporarily, maybe at the wrong time, maybe too late, or maybe forever...

E agora? Qual delas?

quarta-feira, 18 de maio de 2011

terça-feira, 17 de maio de 2011

Música do dia #33

Um dia acontece a todos...




And she leaves...
with someone you don't know
but she makes sure you saw her
she looks right at you and bolts
As she walks out the door
your blood boiling
your stomach in ropes
and when your friends say what is it
you look like you've seen a ghost

Viagens noutros blogs #52

Mais uma vez (com a ême acontece muito), faço minhas as palavras dela...











Numa altura de "desapaixonamento" (digamos assim, e eu nem sei se a palavra existe), e em que temos invariavelmente de olhar para a frente e para os lados, estes requisitos mínimos são essenciais (especialmente se ainda não nos apetece a 100% e se somos assombrados pelo factor "comparabilidade").


Um homem sem requisitos mínimos, é um homem que se contenta com qualquer coisa...o que eu não julgo, atenção!! Desde que essa qualquer coisa não seja eu...

Há um ano, era assim #137

All of my own

"We have to make our own mistakes. We have to learn our own lessons. We have to sweep today’s possibility under tomorrow’s rug until we can’t anymore, until we finally understand for ourselves like Benjamin Franklin meant. That knowing is better than wondering, that waking is better than sleeping. And that even the biggest failure, even the worst most intractable mistake beats the hell out of never trying..esta deveria dizer By B. =) thks.."

A imagem foi bem conseguida. Um coração dentro de uma caixa!

Clothes over bro's mode #2

Aiiii mood swings



Depois de uma manha intensa de estudo e de um almoço meio dieta, sinto-me melhor.

[Se calhar é por ter conseguido aumentar quase 100 dos 200 que me faltavam...se calhar...]


E sigo directa para mais uma tarde intensa. E mais um dia sem sair de casa ou fazer qualquer outra coisa que não seja estudar.

Ohh...what a joy!!

Confesso



Que estou a entrar em desespero...


Imagino que já estejam fartos, fartinhos de me ouvirem falar disto, mas estou a viver 12h por dia para isto. Estou a pouco tempo de dar o tilte, pufssss, shut down de sistema.

E adivinhem, não estou nem perto da nota que quero!
Mas nem perto é tipo, a mais de 200 pontos de distancia.

O relógio já olha para mim e diz: "Vais ceder à pressão, olha para mim tic tac tic tac, vais conseguir acabar? Tens a certeza?". Oh God...estou a pifar...eu disse...

segunda-feira, 16 de maio de 2011

4h de exame



Vou começar agora (preparação ainda).


Estou farta, muito farta. O tempo não ajuda...vai estar a chover no meu fim de semana de férias. Óptimo!


Estou um tanto ou quanto agonizante por razões externa. Não interessa. Prometi que não ia deixar afectar-me por elas. Não prometi a ninguém, atenção, só a mim. E por mim garanto-vos isto... vou ter nota suficiente neste exame para entrar na faculdade que eu quiser. Aqui ou noutro canto qualquer do mundo.


Let's roll the dice!!

Há um ano, era assim #136

Equívocos

Ele achava que o meu ex era outro. Um que nunca foi...

Deve ser isso...

Ask most people what they want out of life and the answer is simple - to be happy.

Maybe it's this expectation though of wanting to be happy that just keeps us from ever getting there. Maybe the more we try to will ourselves to state's of bliss, the more confused we get - to the point where we don't recognize ourselves.

Instead we just keep smiling - trying to be the happy people we wish we were. Until it eventually hits us, it's been there all along. Not in our dreams or our hopes but in the known, the comfortable, the familiar.


@ Grey's anatomy

I'm losing faith



Acho que estou a perder a fé no amor. Não gosto, mas acho. Ou então estou só a entrar em PMS... Também é possível!!


Que é feito disto:

I wish I was the one, your one and only sun and you looked at me that way
I wish for long lingering glances
Fairy tale romances every single day

Que eu cantava em alto e bom som??

Precisa-se.



Homem forte, com mãos vigorosas, braço impecável e maminha desejável para massagem diária continua (mais ou menos 8h). Aceita-se candidaturas tendo como referência algo entre o Thor (eu até dizia o nome dele mas assim é mais fácil) e o Josh Duhamel.

Tudo para fins respeitáveis e em nome do bem estar da comunidade em geral, e do meu em particular.


As minhas costas estão a rejeitar, fisicamente, mais 8h sentada nesta cadeira. Já não tenho posição...

domingo, 15 de maio de 2011

Música do dia #32

Passei o dia a cantarolar isto...




Nem percebo bem porquê.

Vamos lá malta...



Pequeno almoço: check

Dentes lavados: check

Livros abertos prontos a começar: check

Luz: Check

Água: Check

Temporizador: Check

Playlist: Check



É que hoje ninguém me pára!!
Vamos embora...

...

A sorte favorece os audazes.

O estudo de hoje foi...
Sem comentários, sem maneiras!

FastFive



I'm an Angel with a Devil spirit - Frase que me caracteriza nesse mundo que é o facebook há muito tempo, veio desta cena:


Dominic Toretto: It starts with the eyes. She's gotta have those kind of eyes that can look right through the bullshit, to the good in someone. 20% angel, 80% devil. Down to earth. Ain't afraid to get a little engine grease under her fingernails.

Gisele Harabo: That doesn't sound anything like me.

Dominic Toretto: It ain't.
@Fast & Furious


Grande filme. Fast Five.

Não acrescenta nem faz pensar, mas também não precisa.

Cada vez mais acho que "pensar" é tãooo sobrestimado.

sábado, 14 de maio de 2011

Há um ano, era assim #134

A coisa boa acerca das conversas...

Quote #1

Clothes over bro's mode

comecei este caminho há tanto tempo que acho mesmo, merecia o final.
Bolas, um desconto, um descanso.
Eu mereço...mesmo...

Tantas coisas por dizer nos ultimos dias...

...e foi impossível por causa do blogger.

Adorei. Num dia punha o meu nome, no outro dias não havia post, desapareciam, apareciam...
Lovely!

Vou tentar dizer mais ou menos o que me veio à cabeça...dos dias certos! Por isso leiam par trás.

Dos dias todos e de ontem também



Não faço o que me dizem. Não é por mal...


Faço o que sinto, quando sinto e porque sinto.

Pode estar errado, mas é o meu errado.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Mais outra coisinha




Não muda, mas atenua.

Mais uma coisinha




Só para avisar que as cabras nojentas traidoras também tem direito à vida...

Não adoro esta politica mas tento aplica-la. Exactamente porque sei que um dia somos a vitima coitadinha e no outro podemos ser a pega reles. Acontece.

E nem me venham com hipocrisias do "eu nunca"...bullshit. Todos fazemos errado e mal de vez em quando. É a vida!

A fotografia foi tirada assim.
Mas é só isso, uma imagem estática de uma historia completa...

A vontade de vomitar voltou, mas por pouco tempo




Não ia dizer, não ia porque acho que não vale a pena.


Mas subi a rua a espumar, liguei ao G. com uma frase que eu nunca utilizo: "preciso de ti. desce!"...E ele sugeriu que eu vos escondo coisas.
Que só ponho aqui quando está tudo bem, senão não ponho. Que estou os dias a convencer-me do maravilhoso que é o mundo e que há momentos em que não é assim e eu opto por esconder e/ou por menosprezar em vez de enfrentar e resolver.


Não acho que ele tenha razão, não toda a razão pelo menos.

Mas começo por fazer a confissão por aqui e depois logo se vê como se resolve o resto das coisas.

Eu confesso que me espumei. Que tive ciúmes, que me roí, irritei, fervi, que o meu estômago lembrou-se das piruetas que fazia e deu dois saltos mortais e 3 cambalhotas para me relembrar como era, e que sai a espumar pela porta fora antes de rebentar e se ver B. espalhada nas paredes todas.
(era suposto sentir-me melhor agora, mas não estou!)


Enfim, está dito. Não disse antes porque de facto não tenho sentido. Tem andado tudo calminho. Não com intensão de esconder ou dissimular.

Enfrentar já não enfrento. Não falo, logo não sinto. Resolver é o que estou a fazer, à minha maneira.

Há um ano, era assim #132

10 things that I hate about you


Continuo a gostar deste filme.


O que eu gostava mesmo?!


IKEA


Still hate. Não percebo o que há para gostar.

Como matar o amor.



Há sempre duas maneiras de matar o amor:

1) À força: distanciamento físico e fingida indiferença. Não fala, não toca, não atende, não responde, não vê. Horroroso, mais fácil se o outro deixar.

2) Aceitando o amor como uma condição: Esperando que o outro o mate lentamente a cada desilusão, cada expectativa quebrada, cada "devias ter feito e não fizestes, outra vez". E ele acaba por morrer, sozinho à mingua.

Já usei as duas. Até agora ainda não descobri nenhuma outra mais eficiente, são ambas muito difíceis.
Uma insuportável durante um mais pequeno espaço de tempo, mas perecível em caso de qualquer contacto físico acidental. Chato.
A outra alonga o período de carência. É uma morte lenta, mas creio que não deixa hipótese de recaída. Quando se olha para a pessoa e já não se vê ali o homem dos nossos sonhos...hummm, é capaz de estar acabado!

...


A minha cabeça não pára.
Os sonhos não me deixam em paz.

Stress por todo o lado, não consigo relaxar...não mesmo!
Devia estar a estudar. É a única coisa que me ocorre sempre.

Que inferno.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Há um ano, era assim #131

My anyway friend

(...) an anyway friend is the one person in your life who no matter what they say or do, no matter what they've been through with you, they love you anyway.

Isto é parte do problema, e parte da solução também.
É uma matemática difícil.

To do list # 1

Tanta coisa por fazer...
Já não me lembrava desta.

...

Como é que se faz um sonho estapafurdio?!

Perguntem à minha cabeça, ela sabe!!!
Coloquem um senhor de braços grandes, uma aranha gigante, eu e a minha casa...absurdo!!

Quotes #67

Chateia um bocado já...


terça-feira, 10 de maio de 2011

Música do dia #31



I would say I'm sorry
If I thought that it would change your mind
But I know that this time
I have said too much, been too unkind
I try to laugh about it
Cover it all up with lies
I try to laugh about it
Hiding the tears in my eyes
'Cause boys don't cry
Boys don't cry

I would break down at your feet
And beg forgiveness, plead with you
But I know that it's too late
And now there's nothing I can do

I would tell you that I loved you
If I thought that you would stay
But I know that it's no use
That you've already gone away
Misjudged your limits
Pushed you too far
Took you for granted
I thought that you needed me more
Now I would do most anything
To get you back by my side
But I just keep on laughing
Hiding the tears in my eyes
'Cause boys don't cry
Boys don't cry
Boys don't cry

Há um ano, era assim #130

Yes, but it hurts...

Pergunta: When enough is enough?
Ou melhor: Há algum really enough quando se gosta?

A Grey não é a melhor pessoa para responder a estas.

TPM em versão explicada

"E tu chamas-me maluca"...Ahahaha

Hum hum

Ohhh God!!

It doesn't make any sense


Se pensar bem, mesmo assim muito bem, houve poucos momentos de naturalidade suprema. Normalmente parece sempre que há qualquer coisa fora do sitio, que falta um elemento de conexão, dialogo, encaixe e especialmente vontade.

Mas depois penso noutros, em que a sintonia foi (e é) quase perfeita e fico confusa. Como é que por um lado é tudo tão fácil e fluido, e por outro se tira a ferros e sai tudo sempre torto.

Eu penso, penso e continua a haver coisas que não fazem sentido.

Achei que se falasse era fácil de entender


Tive uma conversa sobre ciúme há uns dias.
Tenho pensado numa maneira de expor o problema de forma racional...não é fácil.
O ciúme não é racional nem coerente.

Existe ou não existe. Nem sempre nas alturas certas. Não é nada conveniente.

Em expondo seria de forma genérica. Ainda mais difícil.
Dos ciumes em particular não falo. Não há nada para dizer, obriguei-me tanto a não os sentir que eles agora fogem de mim a sete pés.

E não, ainda não sei como explicar. O que também é um pouco indiferente, explicar não é garantia de me fazer entender!
Provavelmente esta foi uma qualidade que eu perdi com certas pessoas, a de me fazer entender. Não interessa quanto eu explique, ou quantos exemplos dê, simplesmente há pessoas que não me entendem...

Quotes #68



segunda-feira, 9 de maio de 2011

Há um ano, era assim #129

Warwick Avenue

Esta música?! Ainda hoje...
É a música em si, o vídeo, a letra.
Exorciza a dor.

Postura

Nicole: Life is making mistakes.
Milo: And death is wishing you had made more."

Hate Mondays . . . classic


O fim-de-semana não foi cheio.
Muito pelo contrário...estudei e surfei. Só!

Decidi não comunicar para não me chatear. Esta nova técnica é praticamente maravilhosa, em não falando nem partilhando nada, não há como correr mal.
Não me posso dar ao luxo de estragar isto por causas externas. Não quero. Não vou.

Acordei morta de cansaço hoje.
Aparentemente correr na areia tem destas coisas, nem me mexo.
Isso deixa-me com falta de paciência para tudo, até para as pessoas, aquelas para as quais eu tenho sempre paciência infinita. Dou por mim a por para o lado, com um "sim sim agora não me aborreças".

E com isto vou para casa estudar que se faz tarde.

domingo, 8 de maio de 2011

We could have had it all?!

Achei que sim.
Now, I can't help wondering...maybe not.

Deve ser assim que as músicas deixam de fazer sentido. De um dia para o outro...
All the love gone bad. Don't turn my world to black anymore.
And no, we couldn't have had it all.

Há um ano, era assim #128

Estoril Open #2

O pufa pufa...é o tirar a terra dos ténis! Love it...

sábado, 7 de maio de 2011

Há um ano, era assim #127

Estoril Open #1

E este ano não fui...
Muitas carinhas tristes!

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Thor

The best thing in Thor, was Thor.

J.: A barriga dele grita o teu nome.

B.: E os braços?!

J.: Também!

B.: E o olho?

J.: Humm...pensando bem, ele grita B. por todo o lado.

Há um ano, era assim #126

O Nemo e a Alice

O Nemo era importante. Ainda me lembro deste sonho...

Against all odds

Foram uns dias horríveis.
Depois de se chegar ao topo do mundo e de lá permanecer em extase durante breves instantes, a única coisa que nos resta é cair e cair infinitamente. O fundo é longe quando subimos tanto.
Não fosse esta a minha vida, até podia ser diferente, mas é...

Viagens noutros blogs #50

Eu explico

o amor não é um compromisso, é uma condição.

The girl with a red bikini

Não precisava de mais um bikini, mas não estoirei o planfond que tinha imposto para ontem e portanto decidi que merecia...

Lembram-se deste?

A cor é a mesma, a parte de baixo é igualmente mini mini, tão mini que acho que vai ser este ano que o meu pai me expulsa da piscina lá de casa, mas a parte de cima são triângulos.

Fiquei mortinha por este:


Acho que ainda o vou lá buscar.

Castle

Eles trabalham juntos, são amigos ou coisa que lhe valha.
Claramente que se passa qualquer coisa, ela tem ciumes, ele não tem ninguém. As pessoas percebem o clima, mas eles negam. Negam sempre, até ao infinito.

Vivem numa relação platónica, não se tocam, nada acontece. Mas aquilo é uma relação! Tem de ser, senão ninguém fazia uma serie sobre o assunto. Nem vendia...as pessoas só vêem (para alem de ser giro a parte dos crimes e tal) a pensar quando é que eles se vão enrolar.
Não vi as temporadas todas, mas tenho para mim que vai na terceira, e que ainda nada aconteceu. Não percebo como é que isto pode ter alguma realidade?! Claramente que, coisas destas, só acontecem em series ficcionais, claramente...

Fez-me lembrar a L. há uns largos meses atrás com ar fatídico em plena Praça de Touros numa qualquer hora de almoço. Agarra-me na mão e diz "B. algo de muito errado se passa quando um gajo te f*** mais a cabeça do que o corpo. MU-I-TO E-RRA-DO.". Só me pude rir.

Isto só acontece na TV, por Deus!!

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Este espirito ainda é livre...


Hoje estávamos na aula de Castelhano a discutir entre a opção de arrendar casa e a opção de comprar.
Pouca gente percebe a minha opção de arrendar...bla bla bla deitas dinheiro à rua por uma coisa que não é tua, bla bla bla não tens nada em teu nome. Cansam-me com argumentos desses cada vez que eu digo que alugo em vez de comprar.

Claro que podia aqui enumerar 101 razões para argumentar que a minha escolha é a certa, mas no fundo, se excluirmos as razões monetárias que comprovam que comprar hoje em dia é um péssimo investimento e tendo em atenção que a casa realmente não é de ninguém que compra, é do banco, acho que é uma opção pessoal de cada um.

Para mim, e este é o ponto que vale, a minha escolha pessoal, eu arrendo para ter a opção de me ir embora quando quiser. Acho que quando tiver marido e filhos, compro uma casa, mas por enquanto quero deixar as minhas opções em aberto. No dia em que me apetecer, arrumo tudo, ponho a mochila às costas e vou-me embora, sem qualquer tipo de responsabilidade.
O R. olhou para mim quando eu terminei o meu rol de razões para arrendar e não comprar com esta frase, e disse "conserva-te com esse espírito. Quem me dera, já perdi o meu há que tempos..."

Tenho pensado nesse espírito mais do que se calhar seria conveniente (era o que o meu pai me diria), cada vez que reparo na mesquinhez das pessoas, na importância que dão a coisas que não tem importância nenhuma, quando esmiúçam a vida dos outros a referirem como são melhores, aos julgamentos em praça publica daquilo que os outros sentem...ponho-me a pensar senão seria tanto ou mais feliz numa praia com chinelo no dedo o dia inteiro a vender bikinis e pranchas de surf?!

Lembro-me de pensar há uns anos, como era impossível sair da cidade, como devorava a Vogue e desejava ter coisas daquelas a jorros, como adorava os hotéis de 5* a que ia e as guest list em que estava, como passava tarde às compras e dormia até as 14h se me deixassem todos os dias e achava que aquilo é que era vida. Se calhar sou só eu que estou diferente, mas quando olho daqui para a frente, cada vez mais sinto que era capaz de ser feliz de qualquer maneira, sem grandes coisas materiais, a ver coisas novas, a aprender, a ler, perder-me noutra pessoa...

Ainda tenho o espírito. Não o quero perder!!

Uiiiii...hoje...


A decisão de não ir treinar para ficar a estudar é das mais parvas que já tomei.
Uma vez ou outra faço isso, esquecendo-me que treinar não simplesmente um capricho meu na tentativa de ficar mais em forma...não, treinar tornou-se já há algum tempo numa imposição física, uma necessidade para o meu bem estar.

Com a energia que tenho é uma maneira de libertar stress, de andar mais de bem com a vida, de ter menos variações de humor, e de durante 1h ou 2h não pensar em nada e estar só ali com a minha música.

Ontem voltou a correr mal, não fui treinar. Não dormir com pesadelos seguidos sobre o exame.
E estou de bom humor. Óptimo humor.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

E agora?

Pergunta para 1.000.000€


Se calhar sou eu que não sou normal...

Sabem a sensação de quererem dar o mundo a outra pessoa?

Parece que o coração não cabe entre as costelas de tão grande que está com tudo aquilo que queriam dar.
Um mundo inteiro de coisas, que na realidade são inúteis quando a outra pessoa não quer, mas que vos faz sentir um politico em campanha...se votarem em mim eu vou fazer X, Y e Z, e nunca mais haverá fome no mundo, nem pessoas tristes, tudo será cor-de-rosa com corações encarnados para a eternidade.

Não sei se isso também vos acontece?
Mas a mim sim, imensas vezes, e sem conseguir controlar.

É um facto

Quanto mais calma estou, mais aborrecido isto se torna.

Não é por mal, mas quando sinto muitas coisas ao mesmo tempo a aventura é maior, saem palavras de enxurrada, sinto tudo a fluir pelos dedos...
Imagino que quem lê também sente isso. Por agora acho que vai ficar aborrecido...tenho que trabalhar, tenho que estudar, nenhum tempo para sentir.

Mas vão ficando por ai.
Com a rapidez das minhas variações de humor, nunca se sabe o que pode acontecer!!

Tem de ser


Começou o regime de clausura.

Até dia 19 saidas minimas, casa em expoente máximo.
Descanso, estudo, trabalho...e pouco mais.
Relaxar só indo surfar, pouco tempo e rapidinho.

Seca das secas!!

terça-feira, 3 de maio de 2011

...


Acho que tenho um treçolho/conjuntivite a formar-se...
Desde manha que estou com impressão no olho.
Calhou bem, hoje que não tenho horas de saída.

Apesar disso, sinto-me feliz. Calminha, com a minha nova casa, o estudo a correr mais de feição...
Parece que navego em mar tranquilo e suave.
Gosto assim!

Teste de durabilidade


Relativamente a novas pessoas a entrarem na nossa vida eu tenho o costume de as colocar em uma de duas caixas...ou são para casar, ou são para estragar.
Isto quer dizer, ou são para manter, ou são para whatever...

Claro que, enquanto há alturas em que sabemos logo onde as vamos por, há outras em que não é assim tão linear. A intuição resulta lindamente na maioria dos casos, mas em outros queremos ter alguma fé no mundo masculino, queremos mesmo ir ver para confirmar.
Teste de durabilidade é feito, apenas para provar mais uma vez que a intuição tinha razão. A minha então é um exemplo clássico de boa intuição.

Assim não há perdas de tempo, se é para estragar, óptimo. Eu também não estou pronta ainda para pensar na outra caixa. Infelizmente ainda se encontra fechada para balanço de contas.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Pelo senhor de verde


No outro dia fui ver um filme.

Ele estava com a colega de trabalho, sozinho com ela num bar. E pergunta-lhe se ela quer tomar outra bebida ao que ela responde que sim, se o senhor de verde que estava sentado noutra mesa se fosse embora.
O que ela precisava na realidade era de tempo, uma desculpa, algo que ajudasse a decidir se fazia ou não uma coisa que sabia que estava errada. Ele era casado, afinal.
Ele não percebeu. Riu-se e perguntou se ela acreditava mesmo no destino. Não percebeu o que é que ela estava a decidir, e lixou-se bem lixado por causa disso. O senhor de verde foi-se embora. Ela disse que tomava outra bebida, mas sozinha com ele. Toda a gente já sabe onde acabou.

Aquele preciso segundo em que ela decidiu. Sem sentir nada, a pender tanto para um lado como para o outro, tanto fazia, era totalmente indiferente. Era só preciso tomar a decisão. É fácil decidir assim, sem agonia, sem contradições, sem nada que realmente puxe. No final era isso que ela precisava, com um ex-namorado que tinha desaparecido para a eternidade, ela estava assim por dentro, tanto fazia.

Por mais horrível que seja dizer isto, era como gostava de estar.

sim sim sim


Eu vou estudar como deve de ser.
Vou dar o litro, e vou conseguir.
E vou fazer o que acho que devo fazer, não interessa o sitio onde a minha cabeça vai querer estar.
Vou fazer o que tenho de fazer e o que acho certo.

O dolce fare niente fica para Julho, quando estiver em Itália.

P.S: Este post é um simples exercício de auto-convencimento, para me sacudir a insegurança e o medo de não conseguir, agora ou depois.