Quanto mais acreditarmos que somos felizes venha o que vier, menos nos preocupamos com o que há-de vir.
Moments that could be mine
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
...
Não vou dizer que estou a dar em doida sem computador em casa. Não vou...mas estou ligeiramente!
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
Ah pois é...
Pelo menos em tempo de pulmão a aguentar...melhor, melhor.
Hoje vou tentar ir aos 50minutos, alternando velocidade e inclinação. Let's see...
Falta pouco mais de 2 semanas...
Apetece-me tanto conhecer uma nova cidade, tanto, tanto...
Claro que isto também quer dizer que faltam, exactamente 8 dias uteis para me ir embora daqui.
Alegria!!!
Claro que...
Assim que acordei, meia zonza ainda, foram só beijinhos, só vamos ficar na ronha mais 5 minutos, só planos para o fim-de-semana e quentinho.
Como é que eu não sabia nada sobre isto, sobre como é bom gostarmos de alguém que gosta tanto de nós, que nunca se farta, que ouve, que quer saber...como é que só recentemente descobri o quanto isto é bom?
Tinha-me poupado tanta cicatriz inutil ter descorberto isto mais cedo, tanta...
Ele há sonhos...
E às vezes são boas coisas, outras são más.
Hoje senti em sonhos, de maneira quase real e como eu me lembrava, um sentimento que já aocnteceu mais de uma duzia de vezes.
E nunca mais quero sentir isto...a forma como a pessoa que não gosta de nós olha desajeitadamente quando estamos ali, e não deviamos estar. Como não sabe o que dizer, a maneira como os amigos tem pena dela (eu) por gostar dele quando ele não quer nem saber. Já quase não me lembrava como era!
Nunca mais crianças. Nunca mais...
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Juro juro
Que me estou a tentar importar com tudo o que se passa no meu futuro ex-emprego.
Mas ainda não consegui!
Tudo só me dá vontade de rir.
Mas ainda não consegui!
Tudo só me dá vontade de rir.
Deprimente
Não consegui correr mais do que 25min.
E pouco mais de 4km...
Realmente os desportos são especificos, não interessa que façamos actividade fisica todos os dias, cada coisa é uma coisa. Tenho que correr 3 a 4 vezes até dia 18 se quiser não ir lá fazer má figura.
É uma boa motivação.
E pouco mais de 4km...
Realmente os desportos são especificos, não interessa que façamos actividade fisica todos os dias, cada coisa é uma coisa. Tenho que correr 3 a 4 vezes até dia 18 se quiser não ir lá fazer má figura.
É uma boa motivação.
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
FInalmente...
... depois de ter revisto o blog já até Fev/2011, encontrei alguma coisa que me fez sentido hoje:
Tenho 30 anos e não sei nada sobre o amor. Gostava de poder dizer “quem me dera ter 20 anos e saber o que sei hoje”, mas seria pretensão. Porque não sei nada. Durante muito tempo achei que amor era viver com o coração nas mãos, no pescoço, no estômago, pronto a explodir e a projectar-se em mil pedaços. Gostar, gostar a sério, aquele gostar de paixão, só podia ser isso. Viver em ânsia o tempo todo, correr atrás, pedir, implorar, pedir de novo, pôr-me em bicos de pés e anunciar a minha presença. Fazer uma gestão de danos a todo o momento, tentar não incomodar, não estar a mais, dar, dar, dar e receber quase nada em troca. Achar que esse pouco era mais do que suficiente, que mais vale pouco do que nada. E foi isso. Achei sempre que pouco era melhor do que nada. A triste realidade é essa. Já não me lembro de quantas vezes me senti remediada, assim-assim, vai-se andando. De quantas vezes parti a alma e de quantas a voltei a colar. De quantas vezes me apaixonei e de quantas jurei para nunca mais. Que as coisas do amor não eram para mim e mais valia estar quieta. Uma treta. Nunca conseguir estar quieta. E via os acidentes emocionais a darem-se e não podia fazer nada para os evitar. Nem sequer fechava os olhos para não ver. Meti-me em muitas relações sem cinto de segurança, e depois achava estranho fazer mais uma fractura no espírito. As cicatrizes que para aqui vão. A verdade é que sempre fui uma crente, uma utópica, uma arrebatada. Uma totó, a palavra não é outra. Se calhar ainda sou, mas de aliança no anelar esquerdo. Afinal, amor podia ser outra coisa que não uma sofreguidão desatada, uma correria sem meta à vista. Afinal, comecei a perceber, amor era 50/50. E dias mais calmos. E tardes no sofá. E filmes, e séries, e amigos à mesa. E conversas, e planos, e os nomes dos filhos que se quer ter. E uma conta corrente, este mês pago eu a empregada e tu a conta da luz. E dizer que um cão num apartamento nem pensar. E voltar atrás e dizer que sim, haja espaço e boa vontade. E pegar num mapa e ver quanto mundo nos falta ver. E decidir quem desce a pé os três andares para deixar o lixo, quem se arrasta para tratar da louça, quem encaminha a roupa para os armários, quem atira com a carne para o forno (ontem fui eu, hoje és tu). Gosto deste amor. Gosto muito deste amor que me dá beijos quando chego a casa, que não vive imerso em dúvidas existenciais e pós-modernas, que há já algum tempo que sabe o que quer. E que me quer a mim. Disse-o no altar, à frente de todos. Estava lá e ouvi. Retiro o que disse. Tenho 30 anos e sei quanto baste sobre o amor. Quem me dera ter 20 e saber o que sei hoje.
Posso-vos dizer que, acho que talvez, o final de 2010 tenha sido, sem duvida o pior. E que olhando para trás foi um longo e penoso caminho, mesmo quando todos achavam que eu não estava a caminhar eu estava, a lutar contra mim mesma, contra os meus impulsos, sonhos, desejos e vontades...
O caminho só se faz caminhando mesmo.
Tenho 30 anos e não sei nada sobre o amor. Gostava de poder dizer “quem me dera ter 20 anos e saber o que sei hoje”, mas seria pretensão. Porque não sei nada. Durante muito tempo achei que amor era viver com o coração nas mãos, no pescoço, no estômago, pronto a explodir e a projectar-se em mil pedaços. Gostar, gostar a sério, aquele gostar de paixão, só podia ser isso. Viver em ânsia o tempo todo, correr atrás, pedir, implorar, pedir de novo, pôr-me em bicos de pés e anunciar a minha presença. Fazer uma gestão de danos a todo o momento, tentar não incomodar, não estar a mais, dar, dar, dar e receber quase nada em troca. Achar que esse pouco era mais do que suficiente, que mais vale pouco do que nada. E foi isso. Achei sempre que pouco era melhor do que nada. A triste realidade é essa. Já não me lembro de quantas vezes me senti remediada, assim-assim, vai-se andando. De quantas vezes parti a alma e de quantas a voltei a colar. De quantas vezes me apaixonei e de quantas jurei para nunca mais. Que as coisas do amor não eram para mim e mais valia estar quieta. Uma treta. Nunca conseguir estar quieta. E via os acidentes emocionais a darem-se e não podia fazer nada para os evitar. Nem sequer fechava os olhos para não ver. Meti-me em muitas relações sem cinto de segurança, e depois achava estranho fazer mais uma fractura no espírito. As cicatrizes que para aqui vão. A verdade é que sempre fui uma crente, uma utópica, uma arrebatada. Uma totó, a palavra não é outra. Se calhar ainda sou, mas de aliança no anelar esquerdo. Afinal, amor podia ser outra coisa que não uma sofreguidão desatada, uma correria sem meta à vista. Afinal, comecei a perceber, amor era 50/50. E dias mais calmos. E tardes no sofá. E filmes, e séries, e amigos à mesa. E conversas, e planos, e os nomes dos filhos que se quer ter. E uma conta corrente, este mês pago eu a empregada e tu a conta da luz. E dizer que um cão num apartamento nem pensar. E voltar atrás e dizer que sim, haja espaço e boa vontade. E pegar num mapa e ver quanto mundo nos falta ver. E decidir quem desce a pé os três andares para deixar o lixo, quem se arrasta para tratar da louça, quem encaminha a roupa para os armários, quem atira com a carne para o forno (ontem fui eu, hoje és tu). Gosto deste amor. Gosto muito deste amor que me dá beijos quando chego a casa, que não vive imerso em dúvidas existenciais e pós-modernas, que há já algum tempo que sabe o que quer. E que me quer a mim. Disse-o no altar, à frente de todos. Estava lá e ouvi. Retiro o que disse. Tenho 30 anos e sei quanto baste sobre o amor. Quem me dera ter 20 e saber o que sei hoje.
Posso-vos dizer que, acho que talvez, o final de 2010 tenha sido, sem duvida o pior. E que olhando para trás foi um longo e penoso caminho, mesmo quando todos achavam que eu não estava a caminhar eu estava, a lutar contra mim mesma, contra os meus impulsos, sonhos, desejos e vontades...
O caminho só se faz caminhando mesmo.
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Isto
Rever o blog todo é tarefa árdua, acho que já tinha aqui referido. Não só pelo conteúdo, mas porque exige tempo e uma certa revisão do passado.
Não há só passados maus, há passados muito bons, há coisas cómicas, coincidencias, destinos, frases, filmes.
Acabei de rever Agosto e Setembro de 2010. Incrível como disse tantos "é não que queres, é não que tens" no inicio do mês, para no final do mês acabarmos nos braços um do outro, para durante todo o mês de Setembro querer anestesiar a dor de não ter dado (pela quinquagésima vez) outra vez.
Ir seguindo o que o destino nos trouxe é uma experiencia quase estranha e rever de fora uma vida que por acaso, e só por acaso, é a nossa.
Eighty, ninety, a thousand go by without incident and then all of a sudden… ‘hello’. - Joanna Reed, Last Night.
Neste momento em que vivo feliz, em paz, como quero viver o resto da vida, o passado não me toca minimamente. Lembro-me do que senti, emociono-me, revivo o momento durante os breves segundos em que leio, sei que aconteceu ou vai acontecer isto ou aquilo e anseio por saber o que escrevi, mas depois, assim que acabo de por a etiqueta, fecho novamente a gaveta e o assunto desaparece (muito provavelmente até à próxima vez que o quiser ver). É maravilhoso ter um blog que me permita fazer isto, com os meus cadernos nunca foi assim tão fácil abrir o passado, olhar lá para dentro, sorrir e voltar a fechar.
Vou ter de por etiquetas em tudo nas próximas semanas...vou contando o que estou a achar. Estou a desejar chegar a 2011/2012...
Não há só passados maus, há passados muito bons, há coisas cómicas, coincidencias, destinos, frases, filmes.
Acabei de rever Agosto e Setembro de 2010. Incrível como disse tantos "é não que queres, é não que tens" no inicio do mês, para no final do mês acabarmos nos braços um do outro, para durante todo o mês de Setembro querer anestesiar a dor de não ter dado (pela quinquagésima vez) outra vez.
Ir seguindo o que o destino nos trouxe é uma experiencia quase estranha e rever de fora uma vida que por acaso, e só por acaso, é a nossa.
Eighty, ninety, a thousand go by without incident and then all of a sudden… ‘hello’. - Joanna Reed, Last Night.
Neste momento em que vivo feliz, em paz, como quero viver o resto da vida, o passado não me toca minimamente. Lembro-me do que senti, emociono-me, revivo o momento durante os breves segundos em que leio, sei que aconteceu ou vai acontecer isto ou aquilo e anseio por saber o que escrevi, mas depois, assim que acabo de por a etiqueta, fecho novamente a gaveta e o assunto desaparece (muito provavelmente até à próxima vez que o quiser ver). É maravilhoso ter um blog que me permita fazer isto, com os meus cadernos nunca foi assim tão fácil abrir o passado, olhar lá para dentro, sorrir e voltar a fechar.
Vou ter de por etiquetas em tudo nas próximas semanas...vou contando o que estou a achar. Estou a desejar chegar a 2011/2012...
Contra todas as expectativas
Estes 60 dias que achei seriam insuportaveis, tem-se revelado bastante agradáveis (mesmo com a chuva!). Portanto, praticamente não tenho horarios, estou em minimos, a passar a pasta calmamente e a aproveitar os meus colegas nos ultimos dias. Tenho tempo para tratar de tudo e aproveitar o gosto a mudança. Viver a mudança, espera-la sorridentemente, tratar de tudo com a calma necessária.
Amanha vou ao meu futuro emprego...e estou desejosa.
Alias vivo desejosa do final de Outubro, mas sem aquela ansiedade irritane. O ultimo dia aqui, mudança de visual (já marcada), ir a Praga, fazer anos, receber o diploma do MBA, começar um novo desafio profissional...tudo em 2 semanas.
Já só faltam 22 dias...
Subscrever:
Mensagens (Atom)












