quinta-feira, 12 de novembro de 2009

It's complicated

É suposto que uma mulher seja uma senhora. E não acho que seja suposto porque a sociedade manda, ou os bons costumes imperam, é suposto porque como já disse vezes sem conta, há coisas que uma mulher não deve fazer, como:
a) Ser vulgar, diga-se bater o pé, gritar, agredir outra pessoa fisicamente, dizer palavrões ordinários;
b) vestir-se com roupa ou um numero abaixo, ou desadequadas, ou que mostre tudo e mais um par de botas;
c) Ser mal-educada, rude, bruta;

E estes são os básicos!

Depois há quem diga que as mulheres não devem ser demasiado óbvias nas suas intenções, que tem que ter classe, portar-se como senhoras, etc etc...ao que eu digo, que nesse caso (como em tudo) é preciso bom senso!
Senão vejamos, se eu quero uma coisa (assim quero muito mesmo) mas se não é suposto demonstrar que quero...como é que a outra pessoa sabe?
É que os homens podem dizer tudo (e não dizem) e as mulheres não devem dizer (mas tem muito mais coragem para o fazer)! Torna-se complicada a situação, muito complicadaaaa...
Eu quero mas não posso dizer, e quem pode dizer ou não quer ou não faz!
Ser mulher é muito difícil (ufsss!!!!), o que vale é que tem piada!!!

E como diz uma letra dos Garbage:
"I'm only happy when it rains
I'm only happy when it's complicated"

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

I like the way...

...you move!


There's so many things i like about you,
I..I just don't know where to begin,
I like the way you, look at me with those beautiful eyes,
I like the way you, act all surprised,
I like the way you, sing along,
I like the way you, always get it wrong,
I like the way you, clap your hands,
I like the way you, love to dance,
I like the way you, put your hands up in the air,
I like the way you, shake your hair,
I like the way you, like to touch,
I like the way you, stare so much,

but most of all....
Yeah..most of all....
I like the way you move.....
I like the way you move.....

I like the way you, put your hands up in the air,
I like the way you, shake your hair,
I like the way you, like to touch,
I like the way you, stare so much,

but most of all....
Yeah..most of all....
I like the way you move.....
I like the way you move.....

I like the way you, put your hands up in the air,
I like the way you, shake your hair,
I like the way you, like to touch,
I like the way you, stare so much,

but most of all....Yeah..most of all....
I like the way you move!

Perfeito sentido

No words...













Tiradas deste site http://icanread.tumblr.com/ fazem todo o sentido!

Gerard

O meu novo objecto de desejo...

Não sei o que é, confesso! É que nem o acho extremamente bonito, mas...
Deve ser da mistura entre a cara de mau e o ar de urso de peluche.
É grande, mas ao mesmo tempo amoroso!
Faz filmes como o "Atilla" e "300" e outros do género "P.S.: I love you" e "The Ugly truth".
É cão rafeiro vagabundo e é menino apaixonado ao mesmo tempo.
Ora anda em cima de um cavalo sem camisa e de espada na mão ora anda de facto Armani.
Tem olhos verdes ou azuis (ainda não percebi bem), braços grandes e barba por fazer...
Dança músicas latinas e faz lutas corpo-a-corpo.
Tanto se diz que anda com a Jennifer Aniston como com a Paris Hilton.

Este contraste do nunca saber o que se espera dele torna-o...

Hummm...acho que o levava para casa!

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Fantasmas

Quem é que não tem esqueletos no armário? Quem é que não tem uma ou até duas (ou mais) daquelas pessoas que, sem motivo aparente, quando nos dizem alguma coisa desequilibram o nosso sistema?

Aquelas historias mal acabadas ou mal começadas, aqueles que podiam ter sido e não foram, e os que foram mas deviam ter sido mais, os que não queríamos que partissem e nos trocaram e os que não queríamos que ficassem e acabaram por nos ganhar e ficar da maneira pior possível! Pessoas que tocaram a nossa vida de alguma maneira e que nós sem razão não conseguimos expurgar do nosso sistema.
Eles estão ali, sonhos e esperanças prontos a sair do armário assim que a pessoa dá uma migalha de existência que seja! E normalmente cedemos, contra todas as expectativas e todos os "nãos" que dissemos interiormente vezes sem conta para nos convencermos mais a nós que aos outros!

Mas este post não é sobre as recaídas sucessivas, este post é sobre como acabam esses fantasmas?!
Aquele momento exacto e perfeito em que os transformamos em passado sem olhar para trás, sem pensarmos duas vezes, sem nos importarmos!

Sei que não foi do nada, sei até o porque (mas não o vou dizer) de ter conseguido acabar (finalmente!!) com dois dos meus mais terríveis fantasmas e acho que no final o balanço foi positivo. Porque o fim aproximou-se sem qualquer sentimento mau, ódio ou rancor. Aproximou-se calmo, porque já estava iminente há muito tempo, porque sabia que era isso que queria, e acima de tudo sabia o que já não queria mais! Ficou aquele carinho complacente e maternal, aquele grande nada que já nao treme nem sua, uma pessoa que significou alguma coisa, mas que agora é só mais uma pessoa

E quando aquela pessoa já não é "aquela pessoa", e vemos a realidade muito mais crua e sem dourados, há surpresas desagradáveis do género: "mas tens a certeza que ele sempre foi assim?"..."foi, foi, tu antes é que achavas piada!"...OMG...porque? onde? como? Nãoooo!!!

Mas é assim, há pessoas que nos dizem alguma coisa por dizer, sem razão aparente. Olhamos para elas e desde o primeiro momento há alguma coisa que descompassa. Esse sentimento ou se concretiza ou não, e quando não fica ali, no limbo, entalado, até ao dia em que da mesma maneira, voltamos a olhar e o tudo volta ao mesmo ritmo.
E é como se nada tivesse acontecido!

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Me

I am is stubborn, possessive, complex, jealously, a little bitchy, bad temper, childish, impulsive, self-destructive, revengeful, cruel sometimes, difficult to understand...but, pretty amazing!!

E pouco convencida como se pode ver!

Mais um magnifico post para os meus leitores (sejam eles quem sejam!) que li noutro blog e queria partilhar:
"Feitiços
Se o queres, não te ponhas no canto à espera que ele venha ter contigo! A não ser que o queiras ver com outra... Vai lá e faz com que ele pense que é ele que te quer a ti e não o contrário! (...)"
In http://srafeiticeira.blogspot.com/


P.S: Serve para os dois lados meninos!!

Ice Queen

Não sei ser uma pessoa fria!

Sou calorosa e amistosa por natureza, riu-me as gargalhadas e falo alto. Gesticulo muito, sou expressiva, gosto de por as pessoas (que gosto) do colinho e enche-las de atenção e mimos. Sou assim e pronto, não há nada que possa fazer para alterar isto!

No entanto, e apesar de saber que posso gostar muito de pessoas que não gostam de mim e que posso até dar-me a quem não merece, não sei tolerar pessoas que me tentam fazer mal! Que deliberadamente me querem humilhar e ferir o meu orgulho, que tem a mania que são mazinhas, que se gostam de fazer de engraçadas e que subestimam a minha inteligência.

Portanto, não me chateiem porque ai...Sou a rainha do gelo!
Não vai haver um gesto carinhoso, uma frase completa, um qualquer sinal de preocupação.
Não vai haver um sorriso, uma palavra de compreensão, um apelo ao pedido de ajuda.
Não vai haver nada. A minha cara não vai sequer mudar de expressão!
Porque quando me magoam, eu não perdoou!Não sei tolerar e pior, não admito...
Não admito porque não o faço. Mesmo que não goste da pessoa (e há pessoas que não gosto mesmo e elas sabem perfeitamente disso) faço sempre um esforço para ser delicada e educada (não funciona sempre, mas funciona a maioria das vezes), para deixar a pessoa a vontade e não dizer nada que possa de alguma maneira fazer pesar o ambiente!
Portanto não me façam isso, é que não façam mesmo!! Porque eventualmente, mais cedo ou mais tarde, de uma maneira ou de outra, mesmo que eu não mova uma palha para isso, vai correr mal...

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Insegurança

Eu admito. Sou insegura!

Afirmação forte para uma hora de almoço de 30min entre uma reunião e outra, mas que atire a primeira pedra quem não é!

Não estou a falar de insegurança psicótica (não sou assim tão maluquinha), de me achar gorda (sei que não sou, muito antes pelo contrario), de achar que ninguém gosta de mim, de ficar depressiva...não é esse género de insegurança que roça nos limites da doença que estou a falar aqui. Estou a falar daquela insegurança que se mistura com mimo e que aparece (estupidamente, na maioria das vezes) quando não nos dão a atenção que queríamos, quando estão a fazer outras coisas e não tem tempo, quando alguém (diga-se amigas giras e divertidas, ou nem tão giras mas amigas...ok, qualquer outra pessoa do sexo feminino, pronto!) liga ou aparece ou comenta a foto ABC: "ahhh estás tão giro não te vejo à imenso tempo temos de combinar um café"!!

Quando as minhas amigas me estão a contar isto, e em como se passaram porque ele não ligou quando devia, porque passou 5h sabe-se lá onde, porque preferiu ir jogar/ver futebol em vez de ir jantar fora, porque quer ir sair só com os amigos, porque atendeu o telefone a ex, porque esteve 20min a falar com uma amiga qualquer, etc etc...o que eu costumo dizer é para serem compreensivas!
Pequenas pérolas de frases como:"Não vale a pena fazer uma cena por causa de uma parvoíce", "Ele estava a trabalhar, por favor!", "Deixa-o sair com os amigos em paz, faz bem cada um ter o seu espaço", "não te metas com o futebol sabes que eles gostam disso, jantas depois, não é o fim do mundo", "a ex é ex, se ele quisesse estava com ela e não esta, está contigo", "estava só a fazer conversa casual, não pode não cumprimentar as pessoas certo"!!

E não é que eu esteja contra as minhas amigas e que não compreenda porque é que elas se passam. Eu compreendo, mas do topo da minha segurança (isto é, fora da relação), acho que estas coisas tem que ser levadas com calma, que se estamos juntos temos mesmo que confiar, que fazer cenas só serve para desgastar as relações e não levam a lado nenhum (eles não percebem, deixam de ouvir assim que damos o primeiro grito. E gritar por si só já e deprimente quanto mais sem ninguém a prestar atenção).

O caso muda de figura quando já não estou no alto do meu pedestal a falar da relação dos outros, mas estou aqui no meio, cheia de sentimentos à mistura, com poucas ou nenhumas certezas, medrosa e instável! Aqui é que é, mesmoooo...e aqui não é fácil.
Neste sitio cada vez que o meu telemóvel fica mudo começa a incerteza a vir, a duvida a bater, cada vez que alguém sequer referencia o nome da ex é urticária (com cara de quem não se passa nada claro, recuso-me a ser cliché), cada amiguinha é um cabelo branco (graças a Deus que no meu cabelo louro não se nota muito, senão estava em crise já), cada mensagem menos calorosa é um "será que isto está a acabar?", cada discussão para mim (quando estou a pensar) é um "isto acabou, não quero saber, ele que faça o que quiser"...prontooo...insegurança lá está!

Tenho que obrigar a minha cabeça a funcionar, tentar dar-me conselhos (tarefa nada fácil), não fritar, não me irritar, não me passar, não mandar sms, não telefonar, fingir que está tudo bem...porque a verdade é, se eu não fiz nada, porque que razão não há-de estar tudo bem?? - ok, o facto de os homens serem incompreensíveis e bipolares não é para aqui chamado! - ou mesmo, se ele amanhã encontrar a mulher da vida dele na rua e se apaixonar, e essa mulher não for eu, o que é que eu posso fazer?? Se ele quiser estar com a primeira amiguinha que lhe passar pela frente e não comigo, o que é que eu posso fazer para evitar? Se ele não entende que eu gosto dele, o que é que eu posso fazer? (uffsss...que canseira!)

Resposta para um milhão de dólares??? Anyone???

NADA...eu não vou poder fazer nada se estas coisas acontecerem!
Porque as pessoas são livres e a minha liberdade acaba onde começa a do outro! Não vale a pena o desgaste, não vale a pena as cenas, não vale a pena... mesmo...
O que vale é mostrar que se gosta, estar lá naqueles momentos maus, lembrar-se dos detalhes, ser companheira, porreira, divertida e... esperar, esperar que isso chegue, que sejamos tudo aquilo que a outra pessoa quer, porque ela é tudo aquilo que nós queremos!

E já não estou insegura agora!

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Alma de Pássaro

Gosto deste livro. Alma de pássaro - Margarida Rebelo Pinto.

"Acordo todas as manhãs com este zumbido e a certeza que não vais voltar. Cansada de me convencer que, apesar e acima do teu individualismo estava a tal inevitabilidade a que nos submetemos e chamamos amor. Pensei que, com todo o amor que sentia por ti te iria suavizar o coração e de alguma forma fazer parte do teu equilíbrio, tornando-me subtilmente indispensável. Hélas. Nunca pensei enganar-me tanto. Mas só agora percebo que o teu amor por mim não foi uma inevitabilidade, mas uma escolha. Alguém que te chamou a atenção e que um dia decidiste que querias atravessar, com a intuição certeira de um animal selvagem que procura refugio temporário, quando está cansado. Sei que não vinhas a fugir de nada, nem à procura de coisa nenhuma. Mas acho que quando eras pequeno te arrancaram uma parte de ti, e desde então ficaste incompleto e perdeste, quem sabe talvez para sempre, a capacidade de adormecer nos braços de alguém sem que penses no perigo de ficar na armadilha do carinho para todo o sempre. Não, o teu amor por mim, volto a dizê-lo, não foi uma inevitabilidade, mas uma escolha feita com a leveza e a frontalidade com que fazes tudo na vida. Por isso te foi tão linear - e repara que não escrevo a palavra fácil - escolher outro caminho.Mas não foi assim para mim. Entraste a 200 à hora na minha vida, e quando te vi pela primeira vez a passar a porta da minha casa onde viveste quase um ano quase todos os dias, deixei-me levar por essa inevitabilidade, submetendo-me a tudo o que depois se seguiu, e chamando-lhe amor. Um amor total, gratuito, despojado, com o corpo, a cabeça e o coração todos enterrados lá dentro."

"O amor é sempre assim: não se procura, encontra-se."

"Os amigos não se julgam."

"Quando se leva um pontapé no ego, só há duas coisas a fazer: cair ou reagir."

"Ou andamos todos aqui a comer-nos uns aos outros, e só eu é que sou tão estúpida que não dou por nada?"

"Hoje estou aqui, amanhã posso estar do outro lado do mundo a apanhar bananas, se me der na cabeça."

"Suavizou-me o coração e fez-me sentir que afinal não era só um tipo com pila, também tinha alma, que não era um filho da put* mas uma pessoa perfeitamente normal."

"Quando uma mulher gosta mesmo de um homem aguenta tudo, espera o tempo que for preciso, não há nada que não faça para poder ficar com ele."

"Mostrar fraqueza é uma forma de mostrar força."

"Ela desperta o meu melhor lado, com ela não consigo ser bruto ou agressivo, nem sequer frio. É como se possuísse a formula secreta para me aquecer o coração."

"A felicidade é a coisa mais irritante do mundo, uma utopia idiota e hipócrita, inventada por um cretino qualquer. A felicidade é uma coisa insuportável, um mito incomodo que só serve para nos fazer sentir ainda mais infelizes."

"Porque é que amar alguém implica esta entrega, e esta dependência e todo o sofrimento que dai pode vir? Porque é que não sabemos amar e deixar voar aqueles que amamos?"

"Ainda não aprendi a deixar partir aqueles que amo."

"Amar alguém é deixá-lo partir, olhar o céu e ver na dança da lua um momento qualquer em que talvez voltes, sem nada pedir, nem nunca esperar."

"Amei-te demais para não te odiar."

"Usamo-nos todos uns aos outros e chamamos a isso amor. E, quando já não nos podemos usar uns aos outros chamamos a isso ódio."

"Tu não desenvolves, não te deixas ir, não te perdes, no último momento defendes-te sempre com um jogo de cintura invejável e, com a tua implacável lucidez cartesiana, tens sempre para ti e para os outros as mais fundamentadas e lógicas justificações. Não passas de um atrasado emocional, consciente das tuas limitações, mas sem nenhuma vontade de as ultrapassar.Houve momentos em que invejei essa tua autonomia e independência, que te fazem tão inexpugnável. Mas agora não. Deve ser horrível desligar da vida, como se nos tirassem da ficha com um gesto brusco e desumano."

"Quando se consegue juntar sexo e amor: o padrão torna-se tão alto que é muito difícil, quase impossível lá voltar."

"O medo voltou outra vez e instalou-se numa cadeira, aos pés da minha cama. Olha para mim todas as noites antes, antes de me deixar adormecer, e diz, com voz de mulher: Não vais cometer os mesmos erros pois não?"

"Amar deve ser isto: deixar partir aqueles que amamos, porque, se os amamos, já os temos para sempre connosco. Amar talvez seja a melhor forma de ter alguém, e ter alguém talvez seja a pior forma de amar."

"Hoje voltei por ti, mas não para ti."

"Se ele fosse um animal, era um gato, arisco, orgulhoso, misterioso, independente. E, se fosse uma palavra, era talvez."

"Não se pede amor a ninguém, nem se dá a quem não merece."

"Oiço o estalar metálico do elevador a chegar. Logo a seguir, o instante preciso em que a porta se abre, inundando o patamar de luz indirecta. Ele sai rapidamente, dá dois passos largos já virado para a minha porta que abro no segundo que acho que é o certo. E agora, no momento eterno e irrepetivel que sempre antecede os nossos reencontros, só mais um passo nos separa. Mas já não oiço nada, as suas mãos, a sua boca, tudo o que ele é está aqui, junto do meu corpo e em cima dele, por todo lado inundando-me de êxtase, prazer e, de uma forma qualquer, de amor. O Miguel está aqui, o Miguel, o meu Miguel. Repito baixinho, acertando o ritmo das silabas com o pulsar do meu coração. Mi-guel, Mi-guel. Miguel, é engraçado como amamos o nome daqueles que amamos."

5 best accents

Só numa de aliviar este blog, porque isto está uma versão muito concentrada de mim (OMG!), simples curiosidades...

Hoje vinha eu entretida a ouvir as manhãs da Mega Fm, quando os mega apresentadores (hoje só o André Henriques) começaram a contar a lista dos 10 melhores accents do mundo, "aqueles que, podes não estar a perceber nada mas estás a derreter"!

Informo já que Portugal não estava no top10, e que do Top 10 eu só me lembro do Top 5. A minha memória de periquito mais uma vez a fazer das suas!

Então vamos lá:

5º Lugar - British

Não tenho nada a referir sobre isto, os Ingleses são uns senhores e British accent is so James Bond! Percebo perfeitamente!

4º Lugar - Francês

Bem...já gostei mais! Alias, melhor, confesso que já fui loucamente apaixonada pelo francês, assim de loucura, de ficar horas a ouvi-los falar, só porque sim!
Hummm...porque terá sido? LOL...um dia conto esta historia.
A realidade é que por alguma razão o meu corpo tem, recentemente, rejeitado o francês. Já nem a música, que gostava tanto e achava tão gira me apetece ouvir. Há coisas mesmo fantásticas!
Mas continuo a perceber o 4ºlugar nesta lista.

3º Lugar - Escocês
E foi aqui que eu me desmanchei a rir. Então, porque o Escocês (segundo as mega manhas e com a minha concordancia)?
Vem do filme Braveheart, é aquela imagem do Mel Gibson em tronco nu em cima de um cavalo a falar Escocês!
Bem...eu já não me lembro bem do filme, nem sei se há uma cena com ele em tronco nu em cima de um cavalo, mas a visualização (não dele neste momento) da cena...uiiiii...está bem!
Nem percebo sequer porque é que o accent é para aqui chamado!

2º Lugar - Italiano

Classico!!! Io ti voglio bene...
Aiiiii, está bem pronto já derreti! Isto então dito numa qualquer rua de Roma, sob uma qualquer fonte. Não faz sentido esmiuçar este assunto...é Italiano, são os Italianos e está tudo dito!!


And the winner is....tchan tchan tchan tchan...

1º Lugar - Irlandês

Whattttttt? Mas porque? Como? Quando? Esta não percebi... foi o que eu pensei no minuto que ouvi isto!!!

Explicação já a seguir!

Collin Farrell - É Irlandês!

Pronto...está bem, uma só pessoa serve para definir a escolha mundial do melhor accent?! Ahhh...tendencialmente diria que não, mas neste caso... é o Colin.

E ele não é uma simples pessoa, uma simples carinha bonitinha género bonequinho de porcelana!
That's a man!! Nem sei explicar sem ser excessiva nos meus comentários...ele tem cara de ser BOM! Mas, mesmo muito BOM! Sai-lhe pelos poros, não percebo.
Um homem que faz sentir isto mesmo de cabelo comprido seboso (vide Miami Vice) tem que ter qualquer coisa de extraordinário!

E portanto, posto isto, Irlandês é a língua!!!

Falou-se ainda do Brad Pitt a falar com pronuncia irlandesa no filme Snatch...mas não vi, não posso expressar opinião!
Mas vou ficar a pensar nisso...

Denial

Não sou pessoa de negar as coisas, de dizer que não aconteceu (quando aconteceu), que não foi nada assim (quando foi), que não é nada disso que o outro está a pensar (quando é), etc etc...
Simplesmente enfrento! Nem sempre corre bem! Muitas vezes mais valia ter levado com um grande pano encharcado na cara cheio de lixívia...mas mesmo assim eu confesso!

Irrita-me negarem-me as coisas quando elas estão mesmo aqui e eu as estou a ver porque uma coisa são diferentes percepções da realidade, outra coisa é dizerem-me que o que eu vi, não aconteceu! Grrrrrr...
Digam qualquer outra coisa, sejam sinceros de preferência, não vem mal nenhum ao mundo. Assumam "fiz porque...bla bla bla, disse porque XYZ", a sinceridade não diminui em nada a dignidade da pessoa, pelo contrario, só aumenta!

Ser sincero é difícil, negar é muito mais fácil (e covarde também).
E já não estou a dizer ser sincero naquela do chegar e deitar tudo cá para fora (isso fazíamos aos 15 anos - ou pelo menos eu fazia!), estou a referir-me a situações em que não há mesmo saída, não há como escapar da pergunta da outra pessoa e tem mesmo que se dizer qualquer coisa.
Eu costumo dizer que sou um livro aberto, e sou! Se me perguntarem o que quer que seja eu respondo sempre a verdade, nem que esteja a tremer por todos os lados e com o coração nas mãos, mas respondo. Ou, se a pergunta for abusiva, nego-me a responder!
Claro que hoje em dia, já não espeto a verdade na cara das pessoas, tornei-me mais difícil de ler com o tempo, consigo guardar mais aquilo que sinto e mascara-lo com uma data de personagens se achar que isso é mesmo o melhor a fazer e se me obrigarem a fazê-lo.
Mas a verdade mesmo é que não gosto de esconder, de fingir que não estou a ver, de me obrigar a ficar sossegada, gosto de dizer aquilo que sinto, gosto de me exprimir, gosto que os outros saibam com o que é que contam comigo (porque gosto de saber com o que é que conto também).


Como costumo dizer, eu não tenho uma bola de cristal em casa, se não me disserem as coisas, eu não vou adivinhar! Agora se eu perguntar, digam-me, é porque quero MESMO saber!
P.S: Geralmente, quando eu quero MESMO saber, volto a perguntar!

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Amores Impossíveis

Antes do filme começar pensei "apetece-me mesmo uma comédia romântica", daquelas que uma pessoa vai dormir bem disposta porque o amor é lindo e bla bla bla...

Pois... bom pensamento, filme errado!
Amores impossíveis...pior amores impossíveis derivado de doenças incuráveis!

Odeio amores impossíveis!

Enerva-me as pessoas que tem medo de sentir e que se vêem embora porque é mais fácil, porque vai doer agora mas evita-se males maiores, porque "é melhor assim"...mas é melhor assim para quem?

Eu pessoalmente nunca consegui esta proeza...quando gosto gosto, vou lá ver como é, vou mesmo afundar-me no poço e chafurdar na lama como deve de ser! É inconcebível para mim querer (muito) uma coisa e conseguir pensar "é melhor não, porque depois pode doer mais".
E garanto-vos, depois doí mais, depois é andar a catar bocadinhos e ver quando é que se consegue juntar tudo outra vez, mas... pelo menos vi como é que era, não fiquei com os ses na cabeça a pensar no que poderia ter sido e não foi!

Claro que, agora que sou mais crescida, as coisas se processam com mais calma, a B. kamikaze já não se atira assim logo na primeira pirueta, sou um bocadinho mais resistente e se vir que não há cooperação volto a pousar na base. Mas não considero isso uma mudança de atitude radical face ao que era há uns anos atrás, considero apenas prudência. Já não vou assim à maluca sem cinto de segurança como antes, não me ponho em situações que já sei que me vou magoar...aprendemos alguma coisa com o tempo (digo eu)!

Não obstante, sou apaixonada...sempre!
Gosto de paixão, gosto de borboletas, gosto de ficar com sorriso estúpido na cara, gosto de me afundar noutra pessoa e poder dar-lhe o melhor de mim (que não dou a mais ninguém), gosto de ciuminhos parvos, de achar que acabou tudo para voltar 2h depois, gosto de me sentir viva e eu diria até, gosto quando doí um bocadinho ("when it hurt so bad, why it feels so good?)...mas, agora (que sou adulta não é!) também gosto de reciprocidade, gosto de relações bilaterais, gosto de saber que sou importante e mais que isso...gosto de ser diferente!

Portanto, não me digam que é impossível, não me digam que não dá por isto ou por aquilo, que é difícil, que pode vir a ser cozido ou assado, que precisam de certezas e garantias. Garantias?! isso só nos frigoríficos, meus amigos!

Na minha opinião, e regra geral (claro que há excepções) só não dá quando as pessoas não gostam o suficiente para tentar!

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Dias dificeis

Hoje acordei a sentir-me estranha! Como se me faltasse qualquer coisa que não sei o que é, como se me estivesse a esquecer de algo estranhamente importante!

Confesso que ainda não paguei a TV Cabo nem a conta da água, mas não me parece que seja isso que me esteja a esquecer, até porque não me esqueci, só não tive tempo ainda!

O fim-de-semana foi bom, é sempre bom termos toda a gente a paparicar-nos e a dar-nos beijinhos e a dizer como somos especiais. E eu sei que sou especial para muita gente, que faço parte da vida deles (como eles fazem parte da minha), que nos momentos bons, maus e mais ou menos eu estou cá, que acredito sempre neles e nunca duvido das suas capacidades (porque às vezes é só preciso alguém acreditar em nós para nós também acreditarmos).

Mas hoje...esta-me a escapar qualquer coisa! Tenho um sentimento latente que não estou a perceber o que é, um burburinho no coração que me está a deixar intrigada, um formigueiro geral que não me está a dar sossego nem descanso.

Claro que tenho desconfianças sobre o assunto, claro que sei o que é que ia acabar com isto muito rápido, o que é que me ia dar paz e sossego quase que instantaneamente, mas... It can't be done!

Detesto quando a minha cabeça me obriga a pensar e a tomar decisões, eu não quero tomar decisões! Eu quero aceitar as coisas como elas são, sem pensar no que podia ser, sem pensar no bom que seria, sem pensar sequer no medo que tenho que me paralisa!

É por isso que quando me dizem "B. até a mim já me estás a irritar com isto. Pára de ser mariquinhas, vai lá, faz e depois logo se vê" eu digo que não sei, que não tenho a certeza e que é melhor não fazer nada.

A questão aqui prende-se com: será que eu não tenho a certeza mesmo? Será que estou de tal maneira confusa que já não sei aquilo que sinto? E desde quando é que eu finjo que não sinto, quando estou a sentir (ou pelo menos toda gente me diz que sim)?

Ai o canecoooo...será que alguém me pode dar uma explicação sobre o que é que se passa?

Se eu fosse infinitamente dona da sabedoria o que é que eu faria? Será que seria mesmo diferente? Ou eu ia ter ainda mais medo?

Porque é que nunca sabemos se estamos a fazer o que é certo? Porque é que isto é tão confuso? Porque é que não sabemos sempre aquilo que sentimos preto no branco? Porque que é que os sentimentos tem de estar sempre numa zona cinzenta em que as linhas que o delimitam são difusas e as vezes estão apagadas?

Hoje sinto-me muito mulher (e não adoro porque perco o controlo)...com duvidas existenciais, incertezas diversas, ciumes desmedidos, vontade de fazer cenas parvas só para ouvir dizer mais uma vez que não teve importância, ser mimada para chamar a atenção e não fazer sentido literalmente nenhum...

domingo, 1 de novembro de 2009

Eu sei quem foi ela!

Como devem saber (apesar de eu não ter conseguido ainda descobrir como partilhar essa informação na barra lateral deste blog) eu sigo religiosamente alguns blogs.

E porque B., perguntam vocês?
Ao que eu resposto, porque me identifico! Seja a rir a gargalhada, a chorar ou a emocionar-me, eu identifico-me com as pessoas que escrevem e com aquilo que escrevem, e por isso acho que elas valem o tempo que dedico aos seus blogs.

Por isso mesmo hoje vou transcrever para aqui um texto que fala por si...e para meio entendedor meia palavra basta!

"Quem foi ela

Eu escondo bem a minha bagagem. À vista desarmada parece que viajo sempre só com mala de mão. Não digo logo o que me vai na alma, os meus medos, a inquietude e o desassossego que me afligem. Não minto, mas peco por omissão até ao dia em que a evidência choca com a prudência. Acho que muita gente faz o mesmo, é mais cómodo.
Muitas mulheres mascaram bem medos, receios e pé atrás como se fossem passos estudados até à exaustão de uma dança mais ou menos romântica. Há quem pense que se estão a fazer de difíceis, há quem pense que são muito independentes e não querem um homem para nada.
Mas os homens são péssimos a esconder, está-lhes nos olhos e no sorriso forçado, está-lhes na forma como esfregam uma mão na outra e entrelaçam os dedos na esperança vã de só ter que dar uma mão e sentir outra mais suave do outro lado da pele.
Tudo vai ficando mais claro se falam sobre mulheres e as condenam a lugares comuns da Sibéria social, são todas iguais, umas porcas, umas safadas, umas manipuladoras, são droga e veneno sem antídoto.
Depois se falam sobre relações, os que não acreditam, os que não querem, os que precisam de mil e uma certezas, de um processo exaustivo de provas e de reconhecimento de terreno, de viver mil e uma coisas antes de acreditar naquilo que na verdade já sentem.
Não raras vezes perguntei a amigos ou menos amigos: Quem foi ela?
Quem foi ela que te fez duvidar que podias ser feliz com alguém outra vez, que podias partilhar sorrisos e receber beijos em troca, quem foi ela que te fez ter medo daquilo que possas sentir, que te faz negá-lo como se palavras e exercícios de retórica valessem de algo, quem foi ela que te faz pensar que não foste feito para isto, que viver de coração aberto às balas não era contigo. Quem foi ela que te colocou esse açaime de arame farpado no coração que o obriga a bater mais devagar e com parcimónia?"

In http://srafeiticeira.blogspot.com/



P.S: Eu sei quem foi ela e odeio-a por isso!

Happy Birthday to me

Passei só para agradecer a todos os que lá estiveram.
Sei que não consegui estar a 100% com todos, mas tentei partilhar a minha atenção o melhor que pude...e isso conta!

Obrigada por me conhecerem, por fazerem parte da minha vida, por gostarem de mim incondicionalmente, por me aturarem as maluqueiras, por não se passarem comigo.
Obrigada por terem estado cá nos últimos anos, por ficarem alegres quando eu estou alegre e por ficarem irritados quando alguém me magoa.
Obrigada pelos lanches, pelas conversas até altas horas, pelos desabafos de 10 minutos.
Obrigada pelas frases de indignação, de apoio, de "passar a mão na cabeça", de cascanço, de "tu não fizeste isso!", de "para de ser parva e vai lá".

Obrigada mesmo!
Gosto de vocês sempre.