terça-feira, 3 de julho de 2012

Motivational



Today @ 7 a.m.

Go B.!!!

O objectivo são 5 dos 7 dias da semana...
2/7 done.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Tenho para mim



Que este Verão vai ser um mar de calmaria. Este Verão e todo o próximo ano...
As pessoas são tão tristemente previsíveis.

Pois...


Há pessoas que passam a vida toda a tentarem sentir-se superiores a nós, nunca se sabe porque. Era assim em miúdas, e parece-me que vai ser assim para sempre. Coisas.
Mas se há muitos anos (mais de 15) eu realmente me sentia inferior, neste momento eu só me acho normal. Uma pessoa como qualquer outra. Diferente, apenas diferente. E por isso tolero a tendência para a maldade, porque percebo que nem todas as pessoas conseguem ultrapassar as coisas da infância como eu fiz.
No entanto, a minha veia de boa samaritana atingiu o seu limite. Não posso responder à letra porque os meus deveres não o permitem, mas não me parece que vá continuar a ouvir frases maldosas e evitáveis sem fazer nada. 
Em termos de mau comportamento eu sempre fui a melhor. Não vamos querer fazer isso mudar agora...

domingo, 1 de julho de 2012

Motivational



Everyday. 7 a.m.
Starts tomorrow.

New day

Não vivo em cinzentos. Não durante muito tempo pelo menos...
Não por causa do passado, ou do futuro, mas porque quando o faço me sinto desadequada, instável, como se alguma coisa não estivesse bem ou não fizesse sentido.

Sentido vem de sentir, para quem não sabe. Quando dizemos "não faz sentido", na realidade o que queremos dizer é, "não é racional, mas eu sinto". E eu sinto, uma data de coisas e mesmo quando não sabia que sentia, já sentia e queria ir ver. Pago sempre para ver. Prefiro isso a ter medo, ou a deixar coisas a meio, com sentimentos que poderiam ter sido e depois não foram. Na minha vida evito o "poderia ter sido" com o "fui lá e tentei", "fui lá e vi", "fui lá e quis". Claro que já não insisto em vão (lição aprendida), se está pouco claro, se tocam os alarmes, se percebo que afinal não vai ser como eu achava que iria ou queria, venho-me embora. Falo, choro, explico e depois venho-me embora.

Não faz mal chorar, não faz mal quando deixa triste, quando tudo o que apetece é ficar quieto e esperar que passe. O que faz mal é manter cinzentos "talvez" e "não seis", deixar coisas a degradar e a apodrecer ao sol, lutar e esperar em vão, fazer mais do que o que a dignidade permite. Isso sim faz mal, muito mal.
Acabar é só acabar, e se é para acabar é para ser o quanto antes. Custa, doí, mas passa. Complica mas depois fica tudo bem. Desde que confiemos na nossa intuição e no que acreditamos, nada pode correr mal...  

sábado, 30 de junho de 2012

Start today

Define happy



Brunch time is happiness time.
Love brunch <3

Eu mereço os mimos. Estes e mais...

sexta-feira, 29 de junho de 2012

E não consigo


I am



How I know I'm good?

I see what it is not there.

Good life

Mais uma noite, outra vez apenas 4h de sono.
A vida anda a 1000, em todos os campos. E eu confesso que só me sinto bem...

Sabem a sensação de estarmos realmente a viver? Até ao limite, até não se poder mais, sem medo, sem insegurança. Tenho sido eu, todos os dias.

And I'm just here for more...

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Linhas pouco ténues

A linha que separa o estarmos chateados do estarmos tristes, não é tenue.
É um mundo que cabe ali dentro, e confunde-se tantas e tantas vezes.

Quando estou chateada, riposto, falo, explico. Não desisto até me mostrarem que posso estar enganada, até me provarem que não estou a fazer sentido. Chateio-me porque posso mudar qualquer coisa. E quando é para lutar pelo que quero e acho certo, ninguém me pára. Não deixo andar, não acho que as coisas se resolvem por si mesmas, não evito chatear-me.
Quando estou triste calo-me. A tristeza vem do não haver nada para dizer, e de nada se poder fazer para atenuar a tristeza. Não gosto do "desculpa", um penso-rápido que não muda nada. Mas deixei de me calar quando estou triste. Falo baixo, explico o que me deixo triste sem cobrar nada e espero que passe.
Prometeste uma coisa, que eu nem queria que prometesses. Não fizeste o que disseste que farias. Isso deixa-me triste, e não há nada que se possa fazer. Depois do acto feito, acabou. Com ou sem explicações, já magoou, mas passará.

Descobri (não tarde demais desta vez), que se formos pouco tolerantes quando nos magoam, as pessoas tem mais cuidado. Quantas e quantas vezes ouço a frase "mas ele trata-a tão bem e a mim é como se não quisesse saber". É isso, é exactamente isso. Se aguentas cada vez que te deixam triste ("porque ele não fez por mal, não vale a pena dizer nada, já passou"), os outros continuarão e farão sempre mais e pior. Não digo por mal, mas por tu toleraste vezes demasiadas. Erro. Erro enorme. Se toleras que te magoem, mesmo que em situações pequenas e quase irrelevantes, quanto mais tolerarás? 

Been there, seen that. E hoje posso dizer, quando me magoam eu falo, quando me confrontam sem razão, eu riposto. O mundo é tão melhor quando mostramos o que sentimos...

Irracionalidades com que me deparo

Considerarmos-nos indispensáveis é humano, é real, é uma maneira de sentirmos que fazemos sentido, que somos especiais. Compreendo, mas é irracional. Tão irracional como acharmos que ninguém faz o que nós fazemos, tão bem quanto nós fazemos.

A realidade é que há sempre quem faça, tão bem, melhor ou simplesmente diferente. Mas faz.

Tentar convencer as pessoas da nossa indispensabilidade é quase como mentir, é só uma questão de tempo até se perceber a verdade. Não faz sentido. Tão pouco sentido como dizer que alguém não consegue fazer o que nós fazemos, mas que só essa pessoa nos pode substituir quando não estamos. 
E na altura em que se põem estes pensamentos em palavras, percebe-se que, racionalmente é absurdo (estamos só a ser humanos ingénuos). Melhor, quem ainda não tinha percebido a realidade, percebe, tal como o próprio a incoerência de toda a situação.

Eu sorriu-me e não acrescento mais nada. O silencio tem-se mostrado amigo, é só esperar agora.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Outras Viagens

Apetites. 

Apetece-me dele. Do corpo dele. Da voz rouca dele. Do perfume dele. Da atenção dele. Da vontade dele. Ele traz-me vontade. E sobre isso não posso fazer mais nada!

In Facebook

Now



I woke up childish and stubborn today. I don't want to...
I just need what I have. No more, no less. 
And I'm happy, today.
Tomorrow is far far away.

terça-feira, 26 de junho de 2012

Do meu "I don't give a damn"

Juro...I don't care.
And it feels really good.