domingo, 31 de dezembro de 2023

isso

 


sábado, 30 de dezembro de 2023

Good 2023

O ano em que voltei a ler. O ano em que voltei a ser eu mesma.



sexta-feira, 29 de dezembro de 2023

Desejos para 2024

 


Serenity to accept the things I cannot change, 

Courage to change the things I can, 

and wisdom to know the difference.

terça-feira, 19 de dezembro de 2023

domingo, 17 de dezembro de 2023

2023

O ano em que parece que nada mudou, mas que na realidade foi uma pré-revolução.

Que trema 2024, porque não vou voltar a trás, nem estagnar.  

And I don't give a damn about my bad reputation...

Sem palavras

Sinceramente, ando sem palavras.

Mas não sem pensamentos. Esses, meus caros, correm soltos que nem crianças em verdes prados. 

Preciso de tempo emocional para processar como de àgua para viver. Preciso dos meus livros para sair daqui e gerir a ansiedade que sobre por mim cai.

Mas no geral e apesar de tudo estou calma. Calma e sem medo. Em me dando o tempo que preciso para processar, nada de mal acontece. E há esta confiança em que o apocalipse não vai chegar.

Mas ao mesmo tempo uma certeza, quase absoluta, de que tudo vai mudar. 

sexta-feira, 24 de novembro de 2023

quarta-feira, 22 de novembro de 2023

And done...


Mudança de emprego em full speed!


sexta-feira, 17 de novembro de 2023

Do you fell it?


The winds of change...

I do. 

From a gently breeze to a full storm... it's kicking in.

quinta-feira, 16 de novembro de 2023

Isso

 


quarta-feira, 15 de novembro de 2023

A pequenina, vulnerável e insegura que eu aprendi a amar

E no momento em que me lembrei, caiu sobre mim uma tristeza que se colou na pele, como uma fina contracapa que se recusou a sair durante horas obrigando-me a parar todo o meu dia para digerir e perceber porquê.

A primeira vez que pensei em sair de casa tinha 12 anos. Cedo, eu sei. Mas a instabilidade emocional tem destas coisas, rapidamente percebemos quão mau é e que a única maneira de fazer parar, é desaparecer. Mas nessa altura não percebia as coisas como percebo agora. Só queria refugio e um escape que até, nessa altura sabia que não existia. Estava sozinha. E disse para mim mesma, quando tiveres 18, até lá não podes porque a lei não deixa.

Aos 15, e se exatamente onde estava, num campo de basquete ao pé de casa, com a J. depois de mais uma loucura qualquer e muitos gritos. Tinha o meu porta chaves na mão, uma coisa gigante com um peluche de morango entre outro. E caiu-me a ficha que os 18 anos em que me agarrava como porta para a liberdade não eram atingíveis. Já percebia o que era dinheiro, que se fosse trabalhar não ia conseguir estudar e acima de tudo já percebia que não ia conseguir manter a minha vida se decidisse sair de casa. E apesar de tudo, eu gostava das partes boas da minha vida demasiado para abdicar delas. Nessa altura coloquei outra meta; depois de acabar o curso, assim que começar a trabalhar. 
Continuava sozinha, nunca sequer me passou pela cabeça contar a alguém o que se passava ou o que é que sentia. Passava dias e dias em casa da minha avó, mas oficialmente morava em casa. Passava dias e dias em casa de amigos, mas oficialmente morava em casa. Toda a gente achava que eu só gostava de sair, beber e passear e eu não negava. Para quê?

E então engoli, aguentei, fiquei, esperei, ansiei, sonhei e compartimentalizei toda a dor e desconforto. Todas as mentiras, loucuras, manipulações e culpa que me punham em cima. Tudo debaixo da capa que escondia toda a minha vulnerabilidade, insegurança e fraquíssima auto-estima. Podia um dia partir, mas nunca ia vergar.

E um dia chegou a hora, finalmente. E aqueles meses em que procurei casa, em que sabia de mim para mim que faltava pouco. A mudança, o viver finalmente sozinha...não foi perfeito. Não houve um final feliz, afinal, porque a culpa de ter saído e deixado o meu irmão para trás não deixava. 

Já nessa altura devia ter percebido que não há um grande plano nem finais felizes. Não há coincidências e o sofrimento do passado não garante não sofrimento no futuro. 

Mas tudo isto eu já sabia, nada do que está aqui era novidade, mas a tristeza sobre o mesmo tema foi inesperada.  

Ela vai estar sempre aqui. 
Voltamos sempre para o que conhecemos.
Os ciclos repetem-se e repetem-se em espirais infinitas.

Até um dia. 

quarta-feira, 1 de novembro de 2023

Das coisas que eu ouço

 Forgiveness benefits the forgiver, and it's easy. Understanding is acceptance, and that is far harder.

Nektas - A light in the Flame

Wild life

O dia em que descobres que, antes de ti já a tua mãe fez. 

E que afinal, não é assim um problema tão grande como se pensou a vida inteira.

Aceitar o pior dela (e da doença), não sentir pena por tudo o que ela me fez passar, compreender que a vida não tem de ser justa e assumir responsabilidade. 

Assumir tudo, sem lutar contra. Assumir a parte de mim que é dela. Não igual, mas aquilo que eu faço dessa parte.

quarta-feira, 25 de outubro de 2023

Das coisas que ouço

How many scars did you justify because you loved the person who was holding the knife? - Steve Maraboli


Many. Too many.

sexta-feira, 20 de outubro de 2023

Pergunta


Certo e sabido que os homens escritos por mulheres são unicórnios. Seres intangíveis e mágicos que habitam no core dos nossos desejos mais íntimos. Dizem muito na realidade sobre o que as mulheres gostam e são acessíveis a todos.  

Mas será que os homens em geral tiram dicas? Sabem que este mundo de conhecimento e sabedoria existe? Esforçam-se por agradar? 

Eu sei que se eles fossem mulheres o fariam, mas como não são... 

Aquelas perguntas que habitam rent-free na minha cabeça e que não se podem fazer a ninguém!