Ser madrinha foi "a" experiência.
Correu tudo sob rodas, que é como quem diz, lindamente. O sol abriu quando devia, a chuva abençoou...
E já estamos a caminhar para o próximo.
Quanto mais acreditarmos que somos felizes venha o que vier, menos nos preocupamos com o que há-de vir.
Moments that could be mine
segunda-feira, 4 de junho de 2012
domingo, 3 de junho de 2012
Medo?
Tenho. Hoje acordei com ele pregado aos ossos.
Incertezas, duvidas e medo.
A vida não se repete. Eu nunca mais vou ser a que fui, nunca mais vou sentir como senti, nunca mais. O passado está fechado a 7 chaves, e não se repete. É impossível.
Há só presente, e futuro, construído dia-a-dia, hora-a-hora. Não conseguimos repetir os minutos, só há novos, e os novos já são totalmente diferentes e nunca iguais.
Na mesma, os lugares comuns tocam na experiência. É um fio condutor, que faz queimar fusíveis quando liga. De repente o medo invade, o teu corpo acha que já conhece este sitio e começa a guerra. O combate. O "não vou passar por isto outra vez".
Claro que não vou. Não vou porque não somos os mesmos, o mundo mudou no entretanto e até a percepção que eu tinha mudou. O que eu achei que sabia, agora sei que é diferente. Mesmo olhando para o passado já não o vejo com os mesmos olhos. Eu estou diferente.
Acordei com medo. Tentei voltar a dormir a ver se ele saía daqui, mas hoje quer ficar. Tudo bem, eu deixo, é um sentimento como outro qualquer. Há dias para sorrir, há dias para chorar, há dias para acreditar e há dias para temer. Portanto hoje vou recear, não sei bem o quê ainda, mas receio.
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Era hoje
quinta-feira, 31 de maio de 2012
...
Tenho o prazer de anunciar
Para quem quiser relembrar o pouco que eu disse sobre esta festa em 2010...é aqui.
Não disse mais porque não podia. Mas prometo contar (a quem não for!) mais detalhes.
Mas é para ir...Eu vou!
Grandmother
Depois de várias histórias, falámos da minha tia E..
Prima da minha avó, nunca casada. Passatempo preferido? Contar histórias de elementos da família, à mesa, que deixavam a minha avó com os cabelos em pé de tão "impróprias" que eram, e infelizmente (para mal dos seus pecados) totalmente verdadeiras. Namorou 7 anos e descobriu, com um dia de antecedência, que o namorado ia casar com outra (coisas de época!). Foi ao casamento dele, primeira fila, sem dizer uma palavra. Conta que sofreu até ao dia em que decidiu não sofrer por mais ninguém e em 1950 e troca o passo, trabalhava para se sustentar e fazia a vida que queria, com os homens que queria. Para a minha ultra-conservadora avó, tudo lhe faz confusão e não consegue disfarçar, nem agora, o olhar de critica, mesmo já tendo a tia E. morrido há mais de 9 anos.
Eu e o meu pai só nos conseguimos rir. Confesso que acho o máximo mulheres assim, sem problemas, sem pudores, que só fazem o que querem, prontas para responder ao pai da prima em 1951 - "Durmo com quem quiser, não tem nada a ver com isso. Preocupe-se com a sua filha a ver se ela não lhe aparece com um filho de cada pai." - depois de ele lhe exigir "compostura". Quase perfeito!
Outra coisa que descobri neste almoço foi que, 40 anos depois de o meu bisavô ter morrido, a minha avó não consegue falar nele sem lhe caírem as lágrimas. Porque ele era o melhor pai, o que estava sempre ali, o mais amigo, companheiro, brincalhão... 40 anos e ela ainda chora quando se lembra dele. Os nossos sentimentos são coisas inexplicáveis. É maravilhosa a nossa capacidade de amar alguém, mesmo quando esse alguém já cá não está.
Sei que estou louca...
Crescer
Uma das coisas boas de crescer chama-se auto-preservação. Não digo que não voltarei a sentir como antigamente, claro que sim!! Há momentos de frio na barriga, de alegria desenfreada... mas a ansiedade? os dias de agonia? nervoso? inquietação de quem apostou as fichas todas e não quer perder? Esses acho que acabaram.
Apostar as fichas todas numa pessoa é simplesmente uma coisa muito parva. Acreditar que essa pessoa é o principio, o meio e o fim de tudo, a única ...é absurdo.
Li no livro da Marilyn...ela sabia. E eu também já sei.
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Cenas
Para egos confusos
Numa de esclarecimento.
Demoro tempo, luto em vão, arranco cabelos e choro, vivo intensamente cada momento...até ao fim.
E há algumas relações em que o melhor mesmo é o fim. Nunca pensei.
Demoro tempo, luto em vão, arranco cabelos e choro, vivo intensamente cada momento...até ao fim.
E há algumas relações em que o melhor mesmo é o fim. Nunca pensei.
terça-feira, 29 de maio de 2012
Outras Viagens
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