segunda-feira, 4 de junho de 2012

The weekend

Ser madrinha foi "a" experiência.

Correu tudo sob rodas, que é como quem diz, lindamente. O sol abriu quando devia, a chuva abençoou...

E já estamos a caminhar para o próximo.

Hoje

A não esquecer. Tenho sido tão corajosa nos últimos tempos...

domingo, 3 de junho de 2012

Medo?


Tenho. Hoje acordei com ele pregado aos ossos.

Incertezas, duvidas e medo.
A vida não se repete. Eu nunca mais vou ser a que fui, nunca mais vou sentir como senti, nunca mais. O passado está fechado a 7 chaves, e não se repete. É impossível.
Há só presente, e futuro, construído dia-a-dia, hora-a-hora. Não conseguimos repetir os minutos, só há novos, e os novos já são totalmente diferentes e nunca iguais.

Na mesma, os lugares comuns tocam na experiência. É um fio condutor, que faz queimar fusíveis quando liga. De repente o medo invade, o teu corpo acha que já conhece este sitio e começa a guerra. O combate. O "não vou passar por isto outra vez".

Claro que não vou. Não vou porque não somos os mesmos, o mundo mudou no entretanto e até a percepção que eu tinha mudou. O que eu achei que sabia, agora sei que é diferente. Mesmo olhando para o passado já não o vejo com os mesmos olhos. Eu estou diferente.

Acordei com medo. Tentei voltar a dormir a ver se ele saía daqui, mas hoje quer ficar. Tudo bem, eu deixo, é um sentimento como outro qualquer. Há dias para sorrir, há dias para chorar, há dias para acreditar e há dias para temer. Portanto hoje vou recear, não sei bem o quê ainda, mas receio.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Era hoje



Dos concertos que vou perder hoje, o deste senhor é o que mais me custa!

Infelizmente o dinheiro é pouco e as aulas são muitas.
A vida é feita de prioridades...
Convêm te-las no sitio.

Quando acabar o MBA e estiver cheia, cheia de recursos vou vê-lo, até a Londres se for preciso!!

quinta-feira, 31 de maio de 2012

...



Ir a procura de coisas que escrevi há anos atrás é sempre uma aventura.

Um dia transformo este blog num livro. Um dia.

Tenho o prazer de anunciar



Para quem quiser relembrar o pouco que eu disse sobre esta festa em 2010...é aqui.
Não disse mais porque não podia. Mas prometo contar (a quem não for!) mais detalhes.
Mas é para ir...Eu vou!

Grandmother

Ao almoço falámos do passado, das historias de família, das pessoas que fugiram às regras e fizeram só aquilo que quiseram, numa altura em que tudo tinha de ser como "era suposto".
Depois de várias histórias, falámos da minha tia E..
Prima da minha avó, nunca casada. Passatempo preferido? Contar histórias de elementos da família, à mesa, que deixavam a minha avó com os cabelos em pé de tão "impróprias" que eram, e infelizmente (para mal dos seus pecados) totalmente verdadeiras. Namorou 7 anos e descobriu, com um dia de antecedência, que o namorado ia casar com outra (coisas de época!). Foi ao casamento dele, primeira fila, sem dizer uma palavra. Conta que sofreu até ao dia em que decidiu não sofrer por mais ninguém e em 1950 e troca o passo, trabalhava para se sustentar e fazia a vida que queria, com os homens que queria. Para a minha ultra-conservadora avó, tudo lhe faz confusão e não consegue disfarçar, nem agora, o olhar de critica, mesmo já tendo a tia E. morrido há mais de 9 anos.
Eu e o meu pai só nos conseguimos rir. Confesso que acho o máximo mulheres assim, sem problemas, sem pudores, que só fazem o que querem, prontas para responder ao pai da prima em 1951 - "Durmo com quem quiser, não tem nada a ver com isso. Preocupe-se com a sua filha a ver se ela não lhe aparece com um filho de cada pai." - depois de ele lhe exigir "compostura". Quase perfeito!
Outra coisa que descobri neste almoço foi que, 40 anos depois de o meu bisavô ter morrido, a minha avó não consegue falar nele sem lhe caírem as lágrimas. Porque ele era o melhor pai, o que estava sempre ali, o mais amigo, companheiro, brincalhão... 40 anos e ela ainda chora quando se lembra dele. Os nossos sentimentos são coisas inexplicáveis. É maravilhosa a nossa capacidade de amar alguém, mesmo quando esse alguém já cá não está.

Sei que estou louca...



...quando começo o meu dia a comer um croquete.
Para ser perfeito só faltou a Coca-Cola. Relembrar os velhos tempos, Verões intermináveis e Erasmus. As horas são só um numero quando se come apenas o que se quer.
Hoje foi só para recordar.

Aiiii o vestido que para o casamento de Sábado!! Aiiiiii...

Crescer



Uma das coisas boas de crescer chama-se auto-preservação. Não digo que não voltarei a sentir como antigamente, claro que sim!! Há momentos de frio na barriga, de alegria desenfreada... mas a ansiedade? os dias de agonia? nervoso? inquietação de quem apostou as fichas todas e não quer perder? Esses acho que acabaram.

Apostar as fichas todas numa pessoa é simplesmente uma coisa muito parva. Acreditar que essa pessoa é o principio, o meio e o fim de tudo, a única ...é absurdo.
Li no livro da Marilyn...ela sabia. E eu também já sei.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Cenas



Dava o meu reino por um hambúrguer agora.
Quero Mac. Quero, quero, quero.

E estou na faculdade a trabalhar...grrrrr...

Outras Viagens


... no fundo é isto que somos: um encaixe assustadoramente perfeito...

Vampire Diaries



O que o AXN Black me irrita por não dar a série de seguida...nem vos digo!!
Que nervos!!!

Para egos confusos

Numa de esclarecimento.
Demoro tempo, luto em vão, arranco cabelos e choro, vivo intensamente cada momento...até ao fim.
E há algumas relações em que o melhor mesmo é o fim. Nunca pensei.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Viagens noutros blogs #108

Acabei de o descobrir...

O amor deve ser colorido, deve ser inconsequente, deve ser uma gargalhada estridente que sai bem do fundo do diafragma. O amor é mágico... transforma duas pessoas numa só, sem varinha de condão. O amor é sentir um aperto que te impede de respirar, quando a pessoa sai de perto de ti...e é explodir de alegria quando a pessoa regressa, nem que tenha saído só para comprar tabaco na esquina mais próxima. O amor tem de tirar o sono, tem de tirar a fome, tem de tirar a fala. E se assim não for, então... chamem-lhe outra coisa qualquer... porque amor não é com certeza.


Outras Viagens


...Há um momento. Há sempre um momento em que a decisão é tão tua como o ar que te enche o peito. Conscientemente escolhes saltar, sentir o sabor salgado da vida renovada e a frescura de um abraço que nada traz de vazio. Há um momento em que te pontapeiam o centro da alma e tudo se vai. Esvazias, como um balão desamparado no céu escuro esquecido das luzes da feira. E não há oxigénio que te valha, não há molécula que te preencha. Esvazias-te de ti e de tudo e começas de novo. Ou recomeças, depende de onde tenhas encostado a caneta à berma do diário. De régua e esquadro desenhas aquilo que sabes de cor, onde as regras foram esquecidas e nada é certo. Piscas os olhos às luzes fortes e, mais uma vez, entregas-te ao prazer e ao que te faz feliz. Há um momento. Há sempre um momento em que és dona da tua pele e sabes que nunca ninguém seria tão bonito como tu dentro dela.