sexta-feira, 13 de outubro de 2023

De saber e de não conseguir deixar de saber...

 


Sobre o ultimo livro que li: 

Um romance fofinho, em que nada de mal realmente acontece. Parecia simples e exactamente o que eu precisava depois dos livros dark que tenho estado a ler, em que o constante estado de caos eleva a ansiedade a limites extremos... 

No entanto, de simples o livro não tem nada! A personagem principal está tão bem desenvolvida que têm o dom de descrever na perfeição o que sente e como os outros a fazem sentir. E ali, durante os 2 dias em que li o livro, consegui perceber aquilo que quero e que não conseguia explicar.  

E não é como senão soubesse já o que é que ela estava a dizer, mas experienciei isso através do livro e foi transformador. E agora que já sei, já não consigo não saber que sei e não consigo pensar noutra coisa...

Ler fantasia é maravilhoso, viver na magia e exercitar a imaginação. Mas ler sobre realidade que nos faz sentido, é quase perigoso. Não há como fugir. E mesmo que se diga que a realidade dos livros ainda assim é ficção, o que eu concordo. Neste caso eu sei.

É como se tivesse aberto a porta, tudo fez sentido e agora não conseguisse voltar a fechar. E é um sentir, continua a não dar para explicar, mas de alguma maneira empírica, sei. Sinto. Grrrrr...

quinta-feira, 12 de outubro de 2023

Who?

 


quarta-feira, 11 de outubro de 2023

Isso

 


terça-feira, 10 de outubro de 2023

Ainda a ressacar do meu maravilhoso fim de semana

 


Food for thought

If you accept the unacceptable, either from not wanting to cause a scene, being dramatic or simply because you cannot hold your ground and communicate straightforwardly what the problem is (or don't know how to), then you are also to blame. It is also your fault.

Relationships are built, day by day. You can always do better.

Of course knowing you could have made it differently changes nothing. As the knowledge that, even if you did it differently, nothing would have really been different.

That's what therapy is for. You improve yourself, you meditate and reflect about yourself, you know you, you explain you and you feel 0 guilt about any possible mistakes. The "we are all humans kind of thing".

But please, please, whatever you do: Never accept the unacceptable. Or as in my case, never again.

segunda-feira, 9 de outubro de 2023

Unruffled

Recuso-me a ter de esperar até aos 80 anos para perceber que a vida é curta e que chatearmos-nos por comentários parvos, dinheiro, diferentes opiniões, etc é pura perda de tempo.

Recuso-me!!

Portanto, volto à minha frase preferida aos 16 anos (e que irritava os interiores da minha mãe como nada mais): Tens dois trabalhos, é chateares-te e deixares de estar chateada. 

Pequenas pérolas do meu eu adolescente. Tenho mais, senhores, tantas mais!


From my books

Everything I do in my life is my choice. I choose my morals.

Zade - Haunting Adeline


This! All bets are off now.

quinta-feira, 5 de outubro de 2023

Dark

 


I am embracing the dark part of me.

The witch that used to crawl under my skin when everybody called me "little witch". I lost her, she was dark, twist and mist. She didn't care, she used her pain as an excuse to do whatever she wanted.

And I am getting her back. But with no need for excuses now.

quarta-feira, 4 de outubro de 2023

Isso


 

quinta-feira, 21 de setembro de 2023

This and that

Not feeling is freedom.

But I never really wanted to be free, I always wanted to be consumed.

terça-feira, 19 de setembro de 2023

Pois


 

Dificil Setembro

Tenho que me focar, que fazer coisas responsáveis e não me apetece.

A única coisa que me apetece é ler e continuar de férias. Mas as férias já acabaram há 3 semanas, e este mood de "no stress" tem que pelo menos reduzir one notch.

Ando em mínimos olímpicos em tudo. Ás voltas com a minha parte cabeça e dentro das minhas emoções, muito no ar e pouco na terra. Ando focada só em mim e nas minhas vontades, o que não é mau em si próprio, mas exige balanceamento.

E por isso vamos à luta. Depois do café, e depois de escrever e depois de isto ou aquilo...mas chego lá.

segunda-feira, 18 de setembro de 2023

Do alto da minha adulthood

As doenças mentais tem um peso que ninguém vê. E por isso as pessoas expostas a elas directa ou indirectamente são medidas pela bitola de quem não tem ou vive com doença nenhuma, simplesmente porque uma doença mental não é visível.

Não é justo para ninguém. Mas como com qualquer outra doença, tem que simplesmente se existir com empatia.

Não se pode esperar que um adolescente tolere ou compreenda a dificuldade de um pai/mãe que vive com uma doença mental, é injusto.

Não se pode esperar que todos os dias o parceiro não sinta ou finja não sentir o peso de fazer mais de metade do serviço, é injusto.

Não se pode esperar que o próprio viva, trabalhe, obedeça a todas as regras sociais como senão tivesse nenhuma doença de todo, é injusto.

E portanto ninguém ganha, todos perdem. É só preciso aceitar e viver, viver com a certeza que podia ser sempre pior. Muito pior.

Conclusões tiradas depois das 1000 lágrimas choradas sobre o assunto. E depois de olhar com lupa para toda a minha infância, adolescência e primeiros anos de adulta. 

Já não tem problema, há agora poucos culpados, ainda que ainda haja coisas que doem igual. Mas também já não há vitimas! Vivi o que vivi, passei o que passei, ultrapassei o que ultrapassei.



sexta-feira, 15 de setembro de 2023

Acabamos uma e começmos outra

 

E já vou no livro 6.

sexta-feira, 4 de agosto de 2023

Isso


 

Happy Vacations!