segunda-feira, 18 de junho de 2012

Dirty Dancing mood

Ohhh Patrick Swayze.

Estão todos com incorporação apenas por pedido, naturalmente.

http://youtu.be/egDzbl_3xVk 

http://youtu.be/-pouIFiaIig

Este senhor. Este senhor.
Quem dança assim...

Motivational #70



Workout?
Let's go...

TRX time.

When you like, you like.

Apetece-me outra vez!

I'm such a baby...

Maior do que o que estava à espera

Houve alturas em que me esforcei para me mostrar ser perfeita, não perfeita per se, mas perfeita para alguém. De entre muitas coisas que me lembro dessa altura, relembro com nitidez que nunca chegava, nunca era suficiente. Nunca fui suficientemente gira, divertida, magra e esforçada. A minha família tinha sempre algum problema, os meus amigos tinham sempre coisas parvas, a minha opinião não era bem formada, e eu mal e porcamente sabia falar...triste. Não sei se eu mais que ele (por me fazer isto) ou ele mais que eu.

Foram meses e meses de ansiedade, de sentimentos que me faziam mal, de não entender o porquê. Se eu era assim tão horrível porque é que havia vontade de estar, de falar, de ouvir. Não fazia sentido (e não faz até hoje).
O que é certo é que cada vez que tentava mostrar que fazia sentido, que nós os dois fazíamos sentido, e não resultava, a cada tentativa vã, eu tornava-me menos eu. A minha identidade foi-se desvanecendo até olhar para o espelho e não me reconhecer. Ao cortar completamente com o que era, a tentar ser mais alguém, perdi-me, deixei de saber o caminho. Fui percebendo às apalpadelas, e durante muito mais tempo do que o que era necessário, que alguma coisa não estava certa. Se gostas de alguém assim tanto e se esse alguém gosta de ti, mas não é suficiente...o que é que mais precisas de ouvir para te vires embora? O que mais tens de fazer?
A respostas agora aparece-me mesmo sem querer, nada. Simplesmente nada. Está dito, está sentido. Ninguém pode mudar isso e não vale a pena perguntar porquê. É o que é. Infelizmente nem sempre estive tão lúcida como agora.


O amor é uma coisa estranha, manifesta-se de maneiras improváveis e é impossível de se medir.
A verdade é que nunca senti nada assim. Não por ser muito ou ser pouco (não sei medir), mas porque enquanto que há sentimentos fortes, vontade de estar, de ligar, de ouvir, de tocar, há também serenidade, calma, cabeça fria e raciocínio lógico. Achei em tempos que não era possível, que senão deixas de comer e dormir, senão andas em ânsias e tens ciumes, senão te desesperas, não é amor. Enganei-me. E estou feliz por isso.


O amor é mais. Moí, mas não doí. Não é insuportável, não desespera, não cansa, não angustia, não corroí. 
Se podia voltar a cometer os mesmo erros? Podia, claro que podia. Mas não o vou fazer.
Sou como sou, e nunca me senti tão bem comigo mesma. Se isso não é suficiente... paciência. 
Como vai ser?, não sei. Logo se verá, sem pressa... 

domingo, 17 de junho de 2012

Have to go



Trabalho de grupo.
Acabou o fim de semana...

Volto logo com detalhes.

sábado, 16 de junho de 2012

É assim

Cheira a ir embora, a longe, a vida sem problemas.
Sabe a alturas boas, a Verão e a viagens longas.



 Apetece-me ir embora. E esta música leva-me para longe...

And today...



Pool Party day.

Porque há toda uma vida lá fora para ser vivida!!
Ohhhh yeahhhh

...



“I was too curious about the future to look back.” - Patti Smith.

Go away and never look back.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Summer mood



Zero vontade de fazer exame hoje.
Já só fala um mês para acabar as aulas.
Go B.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Sisters


Nada como um pequeno susto para nos fazer por as coisas em perspectiva.
Sim, parou-me o coração durante uma hora. Não sabia a quantas andava, nem o que poderia estar a acontecer.
Agora respiro fundo e descanso sobre o tudo que poderia ser e afinal não era (graças a Deus).

How do people make it through life without sisters?
Difícil com, impossível sem!!

Decisões?

Simples...atiras a moeda ao ar. Cara ou coroa?
No exacto segundo antes dela cair sabes sempre o que é que querias que saísse. Mesmo que não confesses, mesmo que não tenhas coragem de dizer alto, mesmo que depois do resultado digas "a vida é o que é e as coisas são como são". É como quando o telefone toca, e por um instante, antes de veres o ecrã, sabes sempre quem é que querias que estivesse a ligar.
Decisões? Há quem diga que é difícil, eu acho apenas que é preciso saber-se o que se quer. E não há dificuldade nenhuma em saber-se o que se quer.
Difíceis são os actos subsequentes a isso e as consequências inerentes às escolhas.

Vamos emboraaa!!



Em modo START.
Let's go!!

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Está na hora

A concentração falha-me. A cabeça desvia, os olhos passam as folhas, lêem e não assimilam. Os dedos teclam rapidamente, a querer avançar, acabar, matar este assunto. Os assuntos não morrem, não até os gastarmos até à exaustão. E o exame é já na 6a...
Dito isto vou dormir. Amanha começo cedo, talvez demasiado cedo, mas não quero esperar. Assim já sei o que me espera. E tudo permanecerá como está. Ou pelo menos uma parte, porque o que vai mudar ainda não sei, logo permaneço nas antigas crenças.
Maldito exame que não me apetece nada fazer.

Friends

Trocam-nos as voltas.
Não ia ver o jogo de Portugal (I know, shame on me), ia continuar estudar e concentrar-me até mais não, em troca de 2h de praia sozinha.

"Estou farta de falarmos estes assuntos pelo telefone. Precisamos de uma conversa séria! Eu preciso e tu precisas. Vestes um top, calções e vamos ver o jogo ao pé do rio. Apanhas sol na mesma."

Culpa?!

Deixei-a algures ao longo do caminho. Atirei-a pela janela fora.
Ensinam-nos que não devemos, não podemos, não é suposto...mas não nos ensinam que a culpa é tão perda de tempo como o arrependimento. O que interessa é daqui para a frente, culpa do que já está a acontecer, do que já se passa, do que já toda gente sabe, é completamente inútil.
Não quero saber de culpa. Quero saber do que quero, e não me sinto minimamente mal com isso.
E podia justificar que pensei bem, que não estou a ser leviana, que ponderei sobre vários ângulos e pontos de vista, que não é capricho. Podia ainda argumentar aos sentimentos, ao bem que me faz sentir, à calma e pacificidade com que vejo tudo, ao saber-me a certo e não a errado. Mas o facto é que eu não tenho de dar justificações por achar que mereço aquilo que quero.
Mereço, e enfrento, e falo, e vou lá ver. E tudo na vida é o que tem de ser, mas não é o destino. Somos nós.  E eu não deixo a minha vida na mão de ninguém. Nunca mais.
O suposto e o devia...foram pela janela. Já tinha dito.