A culpa não é minha, é tua!

Quanto mais acreditarmos que somos felizes venha o que vier, menos nos preocupamos com o que há-de vir.

Moments that could be mine

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terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Viagens noutros blogs #28

Depois, quase a chorar, contei-lhe baixinho que as coisas são realmente o que aparentam, que não se consegue abrir a cabeça das pessoas e mostrar-lhes a nossa verdade, até porque podemos estar enganados, até podemos nem saber como se sentem verdadeiramente, e, já a soluçar, expliquei o quanto achava injusto que algumas verdades ficariam por saber, por dizer e por sentir. Que olho para certos factos e fico escandalizada com a distorção de afectos que por aí andam, a falta de lealdade, a omissão de dialogo e, especialmente, a leviandade com que alguns sentimentos são mantidos. a confissão de sms's porque a voz não sai, a cobardia das indirectas porque o olhar não enfrenta, o secretismo dos sentimentos porque o ego não tolera uma nega. Ele sorriu.
B. à(s) 09:44

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