quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

E desejos para 2016

Acima de tudo...calma!

Este próximo ano quero paz e tranquilidade e muito, muito pouco stress.

E mais:
- Aprender Holandês
- Meditar
- Começar o meu "negocio"
- Conseguir, de uma vez por todas, ganhar hábitos alimentares saudáveis (este ano foram quase 6 meses de bons hábitos, o que não chegou, de todo!)
- Acabar de decorar a minha casa
- Fazer a sister's road trip
- Ferias sem fazer nenhum

E mais umas coisinhas que permanecerão em segredo...
Vamos esperar pelo que 2016 trará. Seja o quer for, estamos vivos para receber.

2015 in review

O que dizer de 2015. Um ano cheio, com certeza...

2015 foi o ano em que mudei de pais. Deixei Lisboa, não para sempre, mas deixei-a. A minha cidade.
E vim morar para Amesterdão. Vim á procura de novas experiências, um trabalho mas desafiante, um salário melhor. Vim saber se me conseguia despegar, dar um passo para a frente e sair da zona de conforto. Vim provar que consigo tudo e riscar o sonho antigo de viver fora.

2015 foi o ano em que casei, e organizei um casamento. Se o dia foi maravilhoso a organização do casamento mostrou-me quão pouca paciência eu tenho para detalhes que não são importante para mim. Depois do local, do vestido, e da confirmação de presença dos que mais amo, tudo o resto passou a detalhes. O dia foi memorável e a lua-de-mel também...apesar de todos os problemas de comunicação e de hotel.

2015 foi o ano em que comprei uma casa. Sim, eu, que sempre fui totalmente contra empréstimos de uma vida, decidi comprar uma casa...em Amesterdão. Não foi uma decisão fácil, comprar uma casa aqui implica não voltar nos próximos anos e por isso demoramos muito até decidir. Muitos ficheiros de excel, muitas contas, muitas casas vistas.

E pronto. Foi só isto afinal. 3 passos muito importantes e mais umas coisinhas pequenas:

2015 foi o ano em que comecei a aprender Holandes.
2015 foi o ano em que aprendi que fazer obras em casa é um inferno
2015 foi o ano em que usei pela primeira vez uma maquina de costura e fiz bainhas a 6 cortinados
2015 foi o ano em que fui ao Ballet pela primeira vez
2015...obrigada.


A mudança

Farta, fartinha de não escrever, tendo imenso para dizer, resolvi o meu problema logístico.
Acrescentei a mim mesma outra eu.

No ultimo dia do ano de 2015, fazia sentido.

Já sabem o que se segue, right? Montes de posts e coisas novas, vou trabalhar no blog por um bocadinho agora.

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Ontem

Foi outra vez dia de Ballet.

Desta vez Ballet clássico.

Giselle.

A rapariga que achou que estava a ser enganada pelo rapaz (ele só escondeu que era rico!), tentou matar-se, não conseguiu e depois morreu de ataque cardíaco.

O Darwin diria que foi a selecção natural. Eu digo, fracota.
Ela, a personagem, porque o ballet foi fenomenal.

E a casa?

Está quase pronta.

O nosso lar!!!

Estou desejosa de mudar. Detesto esperar.

Guincho

Ainda sobre sábado.
Fui ao Guincho sim, e porque não?
Jornal debaixo do braço, pronta para me sentar na areia a ler e a apanhar sol.

Mas quando lá cheguei...era um daqueles dias.
Existem uns 15 destes no ano, dias em que o Guincho está perfeito. O sol bate nos sítios certos, o mar tem a temperatura perfeita, o vento é apenas uma suave brisa quente. Não está demasiado calor, nem frio, nem vento.

Tirei os sapatos e pus os pés na areia.
Porque não molhar os pés? Melhor, porque não dar um mergulho.

Cheguei a casa do meu pai que nem um pinto. A ausência de bikini, mais do que justificada dado estarmos em Novembro, fez com que entrasse no mar de calças. Já o tinha feito uma vez, não foi exactamente novidade. A novidade foi ser Novembro!

Tive tudo no fim de semana.
Foi memorável.

Sou feliz ao sol.


quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Em Belém

Acordo às 7h, e sábado, porque?
Levar o meu irmão ao fim de semana de actividades dos escuteiros.
Cheguei a Belém as 8h e não tive nem tempo de olhar a volta. Despedidas, beijinhos, adoro-te, diverte-te.
Sento-me no carro com o coração apertadinho, nunca é tempo suficiente, nunca chega, agora só nos vemos da próxima vez!
Sacudo a tristeza, só estou na minha cidade 2 dias não vou perder tempo a pensar no quão bom seria termos uma casa aqui, vivermos aqui, termos o nosso trabalho de lá aqui...não vou!
Ligo a M80 no máximo "e pra amanhã mas podia ser para hoje...", repertório todo em português, perfeito! Lisboa é a cidade da minha vida. Cada vez mais tenho a certeza disso, cada viagem, cada tempo fora, cada passo para mais longe, só me dão mais certeza que um dia vou voltar. E Deus me ajude, mas há-de ser muito antes da idade da reforma.
Dou meia volta com o carro, vidros aberto, sorriso nos lábios e música no máximo. Estaciono e Lisboa ainda está meia adormecida, os turistas ainda são poucos, e os pasteis de Belém estão vazios. 
Sento-me e falo em português. Falar a minha língua na rua, não sei descrever a sensação maravilhosa que isso é. Acredito que só quem mora fora me entende. Dia após dia, em todo lado, uma língua que não é a nossa, não é natural, tem de se pensar, parar, explicar da maneira mais simples para não haver más interpretações. O inglês sai-me cada vez mais fluido e perfeito, mas nunca vai ser a minha língua. É o holandês? Um projecto em desenvolvimento, mas acredito que, por mais anos que lá viva, não vai ser nunca a mesma coisa.
"Obrigada"...paro de escrever durante um pastel de nata. "Preciso de outro, por favor". Senão fosse estranho saía pela rua a falar português com toda gente que passasse por mim. Depois de muitos anos a amaldiçoar a gramática, e as figuras de estilo, tenho vontade de ler Os Lusíadas, poemas do Fernando Pessoa e os últimos 2 livros do Eça que ainda não li...
"Traga-me por favor 2 dúzias para levar"...vou levar pastéis de Belém para partilhar com todos.
Estou quase a chegar ao fim desta epopeia, desta última hora mágica de partilha entre mim e a minha cidade. Tenho de ir fazer compras para a minha mãe, ver como ela está, ir para Cascais. Se me despachar posso voltar a ter mais 1h com outro dos meus sítios preferidos...o Guincho.
Afinal são só 2 dias que cá estou, mas quando estou, estou inteira, e apesar das saudades, feliz com as minhas escolhas. Quando voltar prometo passar muito mais tempo contigo Lisboa, a apreciar-te e acarinhar-te. Por agora, até logo. Nunca, mas nunca adeus.

Escrito Sábado dia 7/11

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Cenas

O meu outro eu foi a uma aula de sexy pole.
Se não sabem o que é, eu não vou dizer. Mas o meu outro eu adorou e tem imenso jeito. 

domingo, 25 de outubro de 2015

Eu sei que ainda não disse

Mas esta foi a minha mais recente aquisição em termos desportivos.

Saiu de lá toda, mas toda partidinha. É optimoooo!!!

Alguns detalhes mais sobre a nossa casa nova

As obras nunca mais acabam.
A vista é linda.

Estou desejosa de mudar.

Terapia continua

Nos últimos dias, têm havido algumas ligações de acontecimentos que não me saem da cabeça.
Começou quando estava a rever fotografias antigas (cronologicamente, obrigada facebook) e quando estava lá para o ano de 2010, o meu ano trágico, pensei ia entrar na zona negra, e que tudo tinham sido espinhos logo depois do 16 de Janeiro.
Espanto meu, enganei-me. Desde férias em Itália, 3 semanas em Marrocos, casos amigáveis de umas semanas aqui, noites loucas acolá, risadas, fofocas, conversas de horas...fiquei confusa, afinal eu fui feliz em 2010.
O que tinha na minha cabeça como certo é que 2010 foi o ano em que descobri, da forma mais dolorosa possível*, que o então suposto amor dos amores, na realidade não queria nada comigo. Que tinha sido o ano em que chorei até adormecer todas as noites, e grande parte dos dias. Foi o ano em que me perdi 1000 vezes e me encontrei 1001. Achei que, colado ao conceito de paixão trágica e não correspondida, tudo o resto tinha sido mau, e não foi! Então, mas como? Se eu gostava assim tanto, se chorei tanto, como é que estive também alegre e contente com outras pessoas e como é que tive momento tão felizes? O meu cérebro respondeu. Se calhar não gostavas tanto daquela pessoa como pensavas...say what?? Naaaa...tu queres ver!?
Em 2011 quando comecei a terapia, a minha psicóloga disse-me uma coisa sobre isto que nunca mais me vou esquecer. Estava a falar-lhe desta coisa do chorar todos os dias até adormecer, e ela perguntou-me porque é que eu achava que isso era. Eu disse-lhe, óbvio...porque estava triste, ao que ela respondeu, "então quando o teu avô morreu também choraste um ano todos os dias". Pois, não, isso não aconteceu, e eu estava verdadeiramente triste, mas não chorei todos os dias. Ficava calada e em silencio, quieta, chorava muito em curtos períodos de tempo. Mas nada igual a 2010. Ela riu-se, "ninguém chora durante um ano porque outra pessoa não gosta de nós, mas talvez choremos durante um ano por nós mesmos".
Portanto, descobri em 2015 que 2010 não foi sobre o N., foi sobre mim. Claro que ele também estava lá, não vamos já tirar-lhe todas as culpas de cima, mas não era ele que estava a mudar, era eu.
Claro que depois de descobrir isso, não parei até arranjar respostas. Isto de nos conhecermos a nós próprios dá trabalho pra caraças, é coisa de uma vida. As respostas, essas filhas da mãe, não vem pelo caminho fácil, dão sempre uma volta dos diabos até chegarem, mas quando chegam, não deixam duvidas.
Encurtando a historia até à resposta, senão nunca mais saímos daqui, o que eu descobri é que realmente, até aquele momento nunca ninguém tinha gostado mesmo de mim.
Por mais que isto pareça estranho de escrever, a verdade é que os meus pais nunca gostaram muito de mim. Não da maneira dramática como estão a pensar, de pais que maltratam os filhos ou isso, nada disso eu sempre tive tudo e até mais, mas durante a minha infância/adolescência eles nunca me ligaram muito, nunca se preocuparam muito, sempre fui sozinha. Até aos 16 anos, para o meu pai era como se eu não existisse, os meus avós sempre preferiram a minha prima, e a minha mãe sempre me amou muito, desde que isso não significasse ter trabalho. Portanto, basicamente metade da minha vida as pessoas mais importantes gostavam de mim, mais ou menos, se não desse trabalho, se não chateasse muito. Claro, mais que óbvio que isto fez com que eu também não gostasse muito de mim. Outro fenómeno que eu percebi ao olhar para as minhas fotografias...eu nunca fui assim tão gorda e feia como pensava.
Portanto em 2010, estava eu com 25/26 anos, e apesar das minhas relações familiares se terem alterado, o passado não se apaga, e algumas das pessoas de quem eu gostava, continuavam a não gostar de mim o suficiente.  Reparem que não é que eles não gostassem, só não era o suficiente!
2010 foi, na realidade, só a gota de água em 26 anos de enchente, apesar de eu ter estado anos a culpa-lo a ele. 2010 foi o inicio da pessoa que sou hoje e a prova que eu tenho muita sorte na vida e só posso agradecer por isso.
Se 2010 não tivesse existido eu nunca tinha começado a fazer mais desporto, a passar mais tempo comigo própria, sóbria, e a ter mais tempo para pensar. Se 2010 não tivesse existido eu não tinha precisado de me inscrever no MBA, para fugir dele, porque não haveria nada do que fugir. Se eu não tivesse entrado no MBA não tinha conhecido a "coacher" que me disse que era obrigatório eu fazer terapia e me deu o numero da minha psicóloga, se não tivesse passado 2 anos a sentar-me naquela cadeira todas as semanas, não me saberia interpretar, nem conhecer. Achei que sairia de lá com com as respostas todas, mas isso não aconteceu, há muita coisa que ainda me faz chorar e que eu não sei porquê. Se não fosse o MBA eu não tinha conhecido parte dos meus amigos e senão fosse pelo trabalho que fiz durante 2 anos de terapia eu não estaria feliz agora, nem casada. Estaria provavelmente ainda a chorar pelas pessoas que nunca gostaram o suficiente ou que não quiseram gostar, a ter pena de mim mesma pela minha infância triste, a dar sempre mais do que recebia de volta e ainda sem ter as ferramentas necessárias para aproveitar o resto da minha vida.
Está aqui também a resposta de porque é que eu olho tanto para trás, porque é que constantemente me vem perguntas a cabeça, sobre o passado para as quais ainda não tenho resposta. Quanto mais eu me conheço mais equilibrada sou, e quanto mais equilibrada sou, mais feliz me torno.

 

*Resumidamente, a maneira mais dolorosa possível, é no meio de uma conversa normal, das que tínhamos diariamente, a outra pessoa começa a dizer que percebeu que está apaixonado e bla bla bla corações e arco-íris, vocês acham que é por vocês (claro, óbvio, por quem mais seria?!) e descobrem 30 minutos depois que não. Ele estava mesmo era a falar de uma bimba qualquer, que apareceu do nenhures e que o fez cair de amores. Trágico!

sábado, 26 de setembro de 2015

E porque hoje tenho a casa só para mim

Vou ver a Bridget Jones.

Ainda sobre politica

A minha ingenuidade política simplesmente não existe. Deem graças ao Scandal e ao House of Cards por isso. Fez-se e faz-se tudo, ou quase tudo, para ganhar...e este tudo sempre foi o que me travou. Não é a falta de conhecimentos, ou o não ter opinião formada. Quanto mais eu ouço e me interesso por política, mais eu sei quão boa eu seria e quão maus são os que fazem parte dos partidos hoje em dia.
Seria no entanto péssima em todos os passos anteriores ao lá chegar. Primeiro porque não acredito em partidos de direita ou esquerda, cada vez mais acho que os partidos são como a igreja, existem porque tem de existir, feitos por algumas pessoas mediocres com sede de poder, manias de grandeza, prontas para se "prostituir" de qualquer maneira para ter uma posição.
Poucos, muito poucos são os que são genericamente bons, em ideias e em praticas, conteúdos e formas, que põem os interesses do país a frente dos seus interesses pessoais. ,Pior, mesmo os que são bons, para serem eleitos, tem que se sujar mais do que os canais de Amsterdam. Ou fingirem que não sabem e deixarem alguém fazer a sujeira por eles (não sei o que é pior!).
Claramente se pudesse votar (que infelizmente na minha condição de imigrante me custaria muito dinheiro), votaria claramente Passos Coelho. Não porque o acho o melhor, mas porque sou uma pessoa muito pragmática.
Primeiro, porque só ganha o PS ou o PSD, logo, votar em qualquer outro partido seria perda de tempo, apesar de simpatizar com algumas ideias de outros partidos mais pequenos.
E segundo porque entre PS e PSD, nunca houve na realidade uma duvida, por uma simples razão...eu faço contas à demasiado tempo para me deixar enganar por promessas vãs. Passo a explicar, há uma cama (o país), e há um edredom demasiado pequeno para a cama (dinheiro disponível). Quando se tapa a cabeça, os pés ficam frios, e se tapo os pés, destapo imediatamente a cabeça. Quem já se enganou no tamanho do edredom e/ou já trocou de cama sabe bem do que falo. Portanto, solução é entre escolher o que se destapa ou diminuir o tamanho da cama. Por uma questão de equidade entre a cabeça e os pés, a minha escolha será sempre a de diminuir a cama. Todos tem de se acostumar a esta nova realidade. Custa? Pois claro. Uma cama mais pequena é sempre pior, mas é a cama que se pode ter. E por isso se votasse, votaria PSD. Isso e o facto de querer ver mais do que eles podem dar. Os últimos quatro anos foram duros, não queria o emprego do Passo Coelho nem dado a receber milhões, e por isso, por ele ter remediado o que os outros estragaram acho que merece mais 4 anos, para mostrar o que pode fazer em alturas de "não urgência".

E então e o apêndice, o Paulo Portas, com o seu "irrevogável"? Não me afecta, ele teve muita sorte, correu-lhe bem a brincadeira, mas foi um risco sem tamanho. Se tivesse corrido mal a carreira política dele estava acabada. Não dou importância, é simplesmente a prova provada que, a maioria sem excepção, mete a sua vontade de poder á frente do país e dos seus interesses. Não me surpreendeu. Mas gabo-lhe a coragem para ter ido atrás do que queria, e aprecio a inteligência. O Paulo Portas é um animal politico, não há nada de ingénuo nele, ou sem segundas intenções, desde os 6 anos de idade, provavelmente.

Poderia continuar aqui a escrever sobre todas as minhas opiniões políticas. Mas quero ir dormir a sesta...a vida é feita destes pequenos luxos. Além disso descobri que o tema nunca se estraga e que os meus argumentos são validos e os outros entendem quando eu explico, o que é bom! Por isso esperam-se mais opiniões neste espaço. Comentadas ou não, como preferirem.

Opiniões

E porque já correu milhões de litros de água debaixo desta ponte, eu explico o meu ponto de vista citando.

"Agora o caso Joana Amaral Dias. Não se conhece uma ideia da líder do movimento Agir que não seja "vamos fazer tudo ao contrário". Foi celebrada pela liberdade e coragem de aparecer orgulhosamente grávida e nua numa revista, repetir a proeza noutra. Reaccionários os que não aplaudiram. Portugal é um país de pudicos, gritou quem quis equiparar quase a Joana d'Arc uma Joana Amaral Dias errante e sem consistência política que atravessou da direita à esquerda e, quando deixou de ter um lugar, criou um movimento estéril. Não é por causa da nudez que Joana Amaral Dias é nem boa nem má política. É porque não é política, ponto. Se a nudez a descredibiliza? Sim. Porque a democracia é um exercício da liberdade que se faz essencialmente pelo pensamento e dos políticos espera-se um conjunto de características formais, para lá da substância. São elas que os tornam eficazes. A nudez não é certamente uma delas. E quem quer ter uma palavra a dizer sobre o país tem de se preocupar, também, com a eficácia." By Alexandra Almeida Ferreira.

Eu não escreveria melhor.
O meu problema não é a nudez, as mulheres são livres para fazerem o que quiserem. Defendo-o agora, e sempre o defenderei, sem hipocrisias nem pudores. Agora não se pode aparecer nua numa revista e depois querer ser levada a sério. Não sou eu que digo, faz parte do job description de um politico, a formalidade e até algum decoro e recato. São as regras do jogo e só o joga quem quer. O que é certo é que com uma fotografia apenas, a carreira dela acabou. O que até pode não ser justo, mas é o que é.

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Twitts

O final do Dexter? What that hell are you thinking people, are you crazy?
Não pode haver finais felizes para serial killers mas nonetheless...
Adoro um final feliz e este foi apenas muito triste.