domingo, 5 de setembro de 2010

E vou...


...porque tenho controlo sobre mim.

Porque estou farta e só quero que isto acabe. Porque me sinto obstinada e com ganas de ser feliz de uma vez por todas. Porque aceito quem não sabe gostar de mim, mas estou cansada, muito cansada!

"Nesses casos, se não podemos enterrar o amor que sentimos ainda por alguém que já morreu no nosso coração, o que fazer com ele?
Não vale a pena guardá-lo numa caixa fora do coração, não tem substância, e no entanto, se cometermos a insensatez de o arquivar num canto dentro do mesmo, ele ocupará um espaço imenso, deixando-nos manietados para amar outras pessoas. Não o podemos matar, porque é uma parte de nós e isso seria como uma autoflagelação. E não o podemos apagar à força porque não o esquecemos quando queremos, só o esquecemos quando a vida quer. O que fazer então? Que verbo conjugar a cada dia que passa? O primeiro verbo que me ocorre é aceitar. Aceitar perdas e ganhos, porque ganhamos sempre alguma coisa. E a seguir, negociar a perda com o nosso coração, limpar as contas correntes, esquecer investimentos e, talvez, mudar de banco, que é como quem diz, fechar aquela conta e nunca mais olhar para trás, sob o risco de nos transformarmos em estátuas de sal. A vida ensina-nos a olhar para a frente e, já agora, de frente para a vida, deixando de lado o que não conseguimos deixar para trás. E quem quiser que nos siga." MRP

sábado, 4 de setembro de 2010

Dúvida Jurídica

Sou só eu que acho estranho que os arguidos condenados ontem estejam hoje no Telejornal a responder, em liberdade, a questões como "então como é que dormiu hoje?"?!?
Não era suposto eles estarem a ver o sol a nascer quadrado e a receber caricias de outros presos nesta altura?!
O tribunal considerou-os culpados...eu achava que isso era um passe expresso para a prisão, mas parece que me enganei!

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Viagens noutros blogs #1


I knew it...

"Deve ter feito muito barulho, mais do que o metal do eléctrico a bater nos carris lá em baixo, deve ter feito um som ensurdecedor que ela não ouviu, porque no mesmo instante puxou da bolha actimel, fechou os olhos e os ouvidos, ficou muito quieta para não pisar os cacos. Terá feito um barulho ensurdecedor quando se estilhaçou em mil pedaços e se espalhou pelo quarto. Quando o choque passou, quando o barulho da rua voltou a entrar pela janela, quando os olhos se abriram para ver os estragos, quando o sangue voltou a correr-lhe nas veias, olhou em volta, afastou uns quantos cacos, abriu espaço no chão, pernas traçadas, pegou num pedaço, depois noutro, juntou um terceiro, um quarto... não sabe quando voltará à forma original, mas tem todo o tempo no mundo e da última vez que olhei ainda lá estava, sentada no chão, atordoada, as pernas nuas em contacto com o piso frio, a colar pedaço a pedaço."

Long night and long day


Ohhhh Jamaica, Jamaica... (com a entuação do Shakira, Shakira)

Porque é que eu gosto do Jamaica? Porque nenhuma discoteca em Lisboa passa Creep, Where Is My Mind e Alive de seguida...Aguenta coração.

Depois disso rumei à box. Mas foi uma grande noite!! As 3 ladies juntaram-se como à muito não faziam e deu nisto. A questão da J. hoje foi "quantos vodkas bebemos no Jamaica?", a minha questão foi "de quem foi a ideia dos shots?"...ideias peregrinas!!
Melhor que tudo é que hoje estou leve. Muito leve.

"Prohibition never stood a chance against exhibition. It's human nature to be free. And no matter how long you try to be good, you can't keep a bad girl down"

Desejo do momento


Dava o dedo mindinho e mais alguma coisa por isto...

Pois é...


...este blog encontra-se meio alcoolizado ainda! Não totalmente...nãoooo...

Se escrever com erros, peço desculpa. Ainda não estou muito bem. Daqui a mais umas horinhas virei cá dizer mais qualquer coisa de jeito sobre a noite de ontem!!

O jantar foi tãoooooo girooooo!!! Temos de repetir...que tal 1000x???

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

...


A minha cabeça divaga. O meu corpo não quer estar aqui. O aborrecimento aparece. As visualizações de sítios tão melhores para estar e coisas tão melhores para fazer não param. A neura cresce.

Não sei o que fazer!

A Alicia tenta melhorar o meu humor com o Empire State of Mind, o meu dia está ocupado até às 6h da manhã pelo menos, e eu só quero que as horas passem. Que os dias passem. Que algo de novo aconteça.

Detesto este sentimento de impotência perante a minha vida. Enerva-me.
Eu quero. Quero. Quero. E quero. É pena vocês não saberem o quê. Mas quero!
Sou tão mimada, graças a Deus!

Compras Online

A Zara vai abrir a sua loja online!!!
Amanhã.

Quero. Quero muito a nova colecção.

Generalidades

Peço desculpa aos meus leitores mas vou-me dedicar algum tempo a escrever sobre coisas que não me digam rigorosamente nada, que não tenham segundos sentidos e coisas por trás. Vamos portanto entrar numa era de deitar conversa fora, de falar sobre futilidades e coisas que não interessam nem ao menino Jesus. Não, não será sobre o estado do tempo, vá calminha...

Acrescento ainda que o pai B. têm um 6º sentido assustador (a não ser que leia o blog, o que eu duvido). Á bocado liguei, por nada de especial, só para falar de generalidades e dizer que gosto muito dele. Ele conta-me as novidades, depois pára e pergunta: "tu estás bem? Passou-se alguma coisa?". Eu lá lhe disse que não, que está tudo normal - aquele clássico do ele perguntar se eu quiser falar, sabendo à partida que eu não lhe vou dizer nada, mas pergunta na mesma só para eu saber que ele sabe que se passa alguma coisa - ele insiste e diz "como é que está aquela história de Londres e aquele exame que tu ias fazer para o MBA?" (e eu a pensar que ele já nem se lembrava que eu andava com essa ideia), digo-lhe o mesmo que vos disse ontem, tenho que parar de ser preguiçosa e pensar a serio no que quero fazer da minha vida...afinal é Setembro, estamos no inicio do ano, altura de decisões e eu não caminho para os 18 anos!

O pai B. fala pouco, mas observa muito...

Dolce & Gabbana

Perfect...

Letters to Juliet


Acabei de escrever uma carta à Julieta. Ainda no modo romântico e inspirada pelo filme.

Infelizmente não a posso publicar, mas vão ver o filme, é lindo!!

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Quote #17


Hoje, estou com este mood...
Estou leve, calma, segura. Sei o que quero, o que não quero. Percebo tudo, compreendo e aceito.
O pior destes dias é saber o que eles significam...but...who cares?! Better this way...

The world.


O meu amigo foi conhecer o mundo e chegou a achar isto pequeno.
E eu que sempre achei que isto era pequeno, que tinha de me ir embora porque isto não me chegava, passei nos últimos anos achar isto cada vez mais normal.

Sinto que o vou perder muito em breve, mas sinto-o mais feliz e realizado do que algum dia senti na vida. Há muitos anos ele era igual a nós, assim que começou a trabalhar distinguiu-se, eu achei que ele ia entrar no comboio...que depois do emprego e da casa de sonho, vinha a mulher e os filhos. Os carros, as viagens típicas em hotéis de 5*, os almoços de Domingo, as férias na neve, os seus fatos sempre Armani e Boss...
Enganei-me. Percebi isso na primeira vez que ele me disse que se queria ir embora, mas achei que era um sonho dele, que a mudança exigida ia ser tanta que ele ia acabar por não a fazer (tal como eu). Enganei-me. Esta viagem, que eu neste momento me arrependo de não ter ido com ele como tinha dito no ano passado que iria, mudou tudo. Num mês...ele veio a achar isto mediano e sensaborão, pouco...

Os planos são altos, o que era há um mês o maior desejo se sempre, deixou se ser. O amor que se sentia simplesmente passou a não ser isso tudo, passou a ser limitativo e incomodativo...acabou portanto (a meu ver, claro)! A V. costuma dizer que nem todos temos que ser os melhores, nem todos temos de ir viver para Londres ou para NY, nem todos temos de fazer um MBA, nem todos...

Pergunto-me quando é que eu deixei de achar que podia fazer tudo o que quisesse? Eu sei que tenho responsabilidades acrescidas que muitas pessoas não tem, mas sei que há uns anos atrás isso não me pararia. Neste momento sinto que me tenho escondido atrás disso para contornar a verdade da preguiça que me assola e dos reais motivos pelos quais eu até não me queria ir embora. Convenci-me que afinal não era isso que eu queria, que tinha sonhos novos, que por um motivo maior eu era capaz de ficar, por um amor maior eu queria entrar no comboio e ter uma vida "perfeita" igual à do meu pai.
O problema de chegarmos ao final da linha é que isso desaparece, e quando ouvi o meu amigo a falar hoje senti o peso das minhas escolhas erradas, o peso dos enganos e da dependencia de sonhos. Mas afinal, todas as escolhas dependem de sonho, eu simplesmente juntei o útil ao agradável e pensei que ia ser feliz assim...é pouco! É muito pouco. Ou eu sinto que é pouco. Na verdade, neste momento sinto que não é nada...

E ficou aqui uma semente. E não há nada mais perigoso do que uma ideia a germinar.
Tenho o mundo inteiro à minha espera, e nada que me prenda (que eu não possa trazer comigo se quiser, pelo menos)...A questão que agora se põem é...o que é que eu quero?
Esperar por outro comboio, ou mudar completamente de linha e de sentido?

Rendi-me...

...ao agendamento de posts!!

Fantástica, fascinante ferramenta...

Acabei de criar uma playlist fabulástica também! Tem tudo, tudo, tudo...do mais foleiro que há e que não lembra a ninguém gostar a não ser a mim...olé!!

Ally


Ontem decidi voltar às séries...já estava com saudades das minhas noitadas em casa a papar séries de enfiada enquanto faço uma panóplia de coisas que não interessam a ninguém...
Claro que a Fox, a Fox Life, o AXN e o canal Sony são os meus canais de eleição e tenho andado a rever Ally McBeal...

O que eu me riu com ela. São os sarcasmos e as situações hilariantes e o facto de ela fazer uma coisa que eu costumo fazer tipo...sempre...que é, as visualizações do que queria que acontecesse! Em cabeças que não param um segundo como a minha as visualizações são constantes. Ainda ontem, estava ela a falar com um senhor e de repente, como ele a estava a irritar, ela visualizou-se a corta-lo as postas com uma espada Samurai...ADOREI! Happens a thousand times...