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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Pergunta

Porque é que decidiste lê-lo agora, mais de 3 anos depois?
Já não me lembro porque é que to dei, mas sei que fazia todo o sentido naquela altura.
Pergunto, que sentidos encontrarás tu agora, naquilo que eu senti há 3 anos atrás e que se reflecte no livro que agora lês?
Todo o ser humano tem as suas coisas estranhas, as suas perguntas que ficam sem resposta, e os seus sentidos que se perdem no tempo, no espaço e na importância que tiveram.
E eu não me consigo mesmo lembrar porque é que to dei...

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Conselho da semana

Não podes viver a tua vida entre o que e mau e o que é menos mau.
Tens de viver a tua vida pelo que é bom para ti e pelo que tu queres.
Primeiro escolhes e depois logo lidas com os danos colaterais das tuas escolhas. Não podes escolher com base nos danos colaterais, senão nunca vais escolher o que queres.
E a vida é demasiado curta para isso.

Eu até sabia. Mas às vezes esqueço-me. Como me esqueço de imensos sonhos que sempre tive e que a rotina, a responsabilidade, e o que "tem de ser", fazem quase desaparecer.
Acreditar que se pode tudo, é uma das melhores sensações do mundo.
Até porque na realidade, pode-se tudo, basta ter coragem para isso.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Das coisas que eu ouço

O que é que ela tem que eu não tinha?
Obviamente nada! - Respondo.
Há pessoas que simplesmente não são para ser.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Ahah

O circo já começou.
Um dia destes também eu vou a palco!
Só espero ter casa cheia. Já que é para ir, que seja com tudo.
Lindo.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Coisas da vida

Aparentemente toda gente trouxe lembranças, pequenos pedacinhos para mais tarde recordar.
Toda gente menos eu.
Eu, pus tudo dentro do caixote de destruição. Tudo, incluindo os meus preciosos diários.
Não sou melhor nem pior, sou assim.
Uma rectidão que irrita, a mim principalmente...

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Das coisas que eu digo

A coisa mais difícil é saberes exatamente o que queres.
Para saberes o que queres tens de fazer as pazes com o passado, estar confortável com ele.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Dentro da minha cabeça

Os meus sonhos já fizeram correr rios de lava, por estas bandas e por outras.
Esta noite foi mais uma sensacional.

Sonho com braços, uma coisa inocente mas mesmo assim de merecer uma palmada na mão, fico chateada comigo mesma, aborrecida por gostar tanto de braços grandes, mas ainda dentro do sonho percebo que estou a sonhar e riu-me porque nunca ninguém vai saber.

É simplesmente genial!
You gotta love me.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Dia 27

Eu não disse que me esquecia, só que as vezes não me lembro.
Só quem se moveu a paixão entende, há momentos inesquecíveis, mesmo quando já não importam.
E hoje outra vez, vamos fazer paixão.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Thor

Não me custa nada perceber o porquê.
Dizem que e um tipo, um género,  cada pessoa tem o seu. Eu também tive... pelos menos 3 Thor na minha vida.
Coisas de juventude, pegarem-me ao colo só com um braço, o sorriso traquinas, os olhos claros.
Coisas de juventude.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Das coisas que eu ouço

E o que é que nós tivemos?

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Das coisas que eu ouço

Foi um segundo. Distrai-me, olhei para o lado um segundo e tive esta ideia: e se...
Um segundo para formar esta ideia e agora nao me consigo ver livre dela.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Das coisas que eu ouço

Não vou pedir desculpa por fazer exactamente aquilo que os homens me fizeram a vida toda: brincar sem medir consequências e dar o numero não tendo a mínima intenção de responder a mensagens.
Ganhei esse direito depois destes anos todos.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Das coisas que eu ouço

Nem sei porque é que lhe contei, mais saiu-me pela boca fora "vou ter um filho". Olhou-me de frente, raramente o faz, e eu li-lhe nos olhos "ainda há 2 anos estavas apaixonada por mim e agora vais ter um filho de outro". Foram 2 segundos tristes, muito tristes.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

FInalmente...

... depois de ter revisto o blog já até Fev/2011, encontrei alguma coisa que me fez sentido hoje:

Tenho 30 anos e não sei nada sobre o amor. Gostava de poder dizer “quem me dera ter 20 anos e saber o que sei hoje”, mas seria pretensão. Porque não sei nada. Durante muito tempo achei que amor era viver com o coração nas mãos, no pescoço, no estômago, pronto a explodir e a projectar-se em mil pedaços. Gostar, gostar a sério, aquele gostar de paixão, só podia ser isso. Viver em ânsia o tempo todo, correr atrás, pedir, implorar, pedir de novo, pôr-me em bicos de pés e anunciar a minha presença. Fazer uma gestão de danos a todo o momento, tentar não incomodar, não estar a mais, dar, dar, dar e receber quase nada em troca. Achar que esse pouco era mais do que suficiente, que mais vale pouco do que nada. E foi isso. Achei sempre que pouco era melhor do que nada. A triste realidade é essa. Já não me lembro de quantas vezes me senti remediada, assim-assim, vai-se andando. De quantas vezes parti a alma e de quantas a voltei a colar. De quantas vezes me apaixonei e de quantas jurei para nunca mais. Que as coisas do amor não eram para mim e mais valia estar quieta. Uma treta. Nunca conseguir estar quieta. E via os acidentes emocionais a darem-se e não podia fazer nada para os evitar. Nem sequer fechava os olhos para não ver. Meti-me em muitas relações sem cinto de segurança, e depois achava estranho fazer mais uma fractura no espírito. As cicatrizes que para aqui vão. A verdade é que sempre fui uma crente, uma utópica, uma arrebatada. Uma totó, a palavra não é outra. Se calhar ainda sou, mas de aliança no anelar esquerdo. Afinal, amor podia ser outra coisa que não uma sofreguidão desatada, uma correria sem meta à vista. Afinal, comecei a perceber, amor era 50/50. E dias mais calmos. E tardes no sofá. E filmes, e séries, e amigos à mesa. E conversas, e planos, e os nomes dos filhos que se quer ter. E uma conta corrente, este mês pago eu a empregada e tu a conta da luz. E dizer que um cão num apartamento nem pensar. E voltar atrás e dizer que sim, haja espaço e boa vontade. E pegar num mapa e ver quanto mundo nos falta ver. E decidir quem desce a pé os três andares para deixar o lixo, quem se arrasta para tratar da louça, quem encaminha a roupa para os armários, quem atira com a carne para o forno (ontem fui eu, hoje és tu). Gosto deste amor. Gosto muito deste amor que me dá beijos quando chego a casa, que não vive imerso em dúvidas existenciais e pós-modernas, que há já algum tempo que sabe o que quer. E que me quer a mim. Disse-o no altar, à frente de todos. Estava lá e ouvi. Retiro o que disse. Tenho 30 anos e sei quanto baste sobre o amor. Quem me dera ter 20 e saber o que sei hoje.

Posso-vos dizer que, acho que talvez, o final de 2010 tenha sido, sem duvida o pior. E que olhando para trás foi um longo e penoso caminho, mesmo quando todos achavam que eu não estava a caminhar eu estava, a lutar contra mim mesma, contra os meus impulsos, sonhos, desejos e vontades...
O caminho só se faz caminhando mesmo.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Confesso

Já me apetece um bocadinho de fresco.
Mesmo que seja só há noite.
O Inverno é mais quentinho em termos de miminhos.
Miminhos com calor é muito mais complicado...é quente.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Pensamento do dia

Tantas coisas dispensáveis que o ser humano não consegue dispensar!
Tantas!!

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

É oficial agora

A menina B. vai mudar de emprego.
Wish me luck kids, just wish me luck.

terça-feira, 20 de agosto de 2013